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    Meio Ambiente


    Secretários de Meio Ambiente da Amazônia discutem prioridades

    Na ocasião, o grupo avaliou os dados de desmatamento e queimadas de 2020 e articulou ações conjuntas de prevenção para o período de 2021 a 2025

    Entre as principais ações conjuntas delineadas pelo grupo está a inclusão do combate à pobreza na agenda de proteção de florestas e mudanças climáticas
    Entre as principais ações conjuntas delineadas pelo grupo está a inclusão do combate à pobreza na agenda de proteção de florestas e mudanças climáticas | Foto: Divulgação/Sema

    Manaus - Os secretários do Meio Ambiente dos nove estados da Amazônia Legal, membros da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force), se reuniram para um diálogo sobre as prioridades e perspectivas da gestão ambiental na região nesta quinta-feira (3), em Brasília 

    O encontro marcou o encerramento das atividades de 2020 do GCF e o lançamento da revista "Pela Amazônia", um documento orientador para o planejamento integrado da Força-Tarefa para o próximo ano. Participaram os secretários do Amazonas, Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. 

    “As reflexões e análises dos secretários do Meio Ambiente da Amazônia fazem parte desse esforço integrado para a implementação exitosa dos planos de combate, além da troca de experiências para incentivar modelos de desenvolvimento mais condizentes com a realidade do nosso bioma”, afirmou o secretário de Estado do Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira. 

    O “tripé” está alinhado com a agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), de acordo com a presidente do Fórum de Secretários da Amazônia Legal, Mauren Lazzaretti.

    “O controle do desmatamento em toda Amazônia não depende apenas de ações de comando e controle, mas também da erradicação da pobreza e inclusão social da população em cadeias produtivas que permitam o desenvolvimento econômico, a justiça social e o controle ambiental. É preciso estabelecer políticas públicas econômicas e ambientais consistentes para valorização da floresta em pé. É valorizando a Amazônia, os produtos da floresta e procurando levar as pessoas para o caminho da legalidade que nós conseguiremos manter a conservação do bioma amazônico com a utilização racional dos recursos naturais oferecidos”, disse. 

    Reunião da Abema - Ainda na quinta-feira (03/11), em Brasília, a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), fez a sua última reunião anual junto a secretarias e autarquias envolvidas com a implementação da política ambiental no país. O objetivo do encontro foi fazer um balanço geral do ano de 2020, sobretudo das ações e resultados obtidos no combate ao desmatamento e às queimadas ilegais. 

    O evento foi encerrado com o lançamento da 2ª edição da Revista Abema, que destacou os investimentos do Amazonas em eficiência de gestão como estratégia de conservação ambiental. A publicação enfatizou o Programa “Amazonas Mais Verde”, lançado em setembro deste ano pelo Governo do Estado, como exemplo de fortalecimento da governança ambiental integrada entre órgãos estaduais, para reduzir a degradação das florestas e incentivar o desenvolvimento sustentável.

    *Com informações da assessoria

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