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    Ano letivo de 2021


    Rematrícula para rede estadual e municipal começa nesta segunda (28)

    Estudantes matriculados no ano letivo de 2020 têm vaga garantida nas escolas em que estavam, e não é necessária a presença de pais e responsáveis nas unidades de ensino para a efetivação do processo

    As matrículas são automáticas
    As matrículas são automáticas | Foto: Arthur Castro/Secom

    Manaus - A Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed) iniciam nesta segunda (28) o processo de rematrícula automática dos alunos das redes públicas de ensino para o ano letivo de 2021.

    De acordo com o secretário de Estado de Educação em exercício, Luis Fabian Barbosa, neste momento, pais e responsáveis devem ficar tranquilos, uma vez que o procedimento é automático.

    “A partir do dia 28 de dezembro, iniciamos nas escolas a rematrícula de todos os alunos. Essa é a primeira fase do trabalho, e já vem sendo feito automaticamente há alguns anos, pelos profissionais das unidades de ensino”, lembrou.

    A gerente de Matrículas da Semed, Darlene Liberato, reforça que, para os casos em que as escolas não apresentem continuidade de ensino, os estudantes serão automaticamente encaminhados para outras unidades.

    “Nesses casos, os estudantes serão reordenados para outras escolas para que possam dar continuidade aos seus estudos no ano de 2021. Esse processo também é automático, só sendo necessária a presença dos pais para confirmar a vaga em período ainda a ser divulgado”, acrescenta.

    Alunos que precisem da continuidade aos estudos em outra escola serão realocados
    Alunos que precisem da continuidade aos estudos em outra escola serão realocados | Foto: Eduardo Cavalcante

    Novos alunos

    A data para as matrículas de novos alunos nas redes estadual e municipal será divulgada em janeiro, mas já é possível fazer o cadastro para reserva de vaga aqui. Todas as informações sobre o calendário de matrículas serão disponibilizadas a partir da primeira semana de janeiro.

    Impactos da pandemia 

    O Conselho Municipal de Educação (CME), amparada por diversas resoluções do CNE, com a ressalva de reorganizar pelo período de dois anos a programação curricular para amenizar os impactos da pandemia.

    De acordo com a diretora do Departamento Geral dos Distritos (DEGD), da Semed, Selma Trindade, foi realizada a consulta ao CME sobre a possibilidade de aprovar os estudantes que não estavam conseguindo ter acesso ao ensino remoto.

    “A Divisão de Ensino Fundamental (DEF) selecionou os conteúdos essenciais do ano anterior para trabalhar no primeiro semestre e, a partir do segundo semestre, entramos no currículo do ano de ensino que o estudante cursa com habilidades essenciais que ele tem que ver também”, finalizou.

    *Com informações da assessoria 

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