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    Oxigênio


    SES-AM discute Plano de Contingência com fornecedora de oxigênio

    A secretaria solicitou da White Martins informações técnicas com o objetivo de complementar a produção diária já instalada na unidade de Manaus

     

    Na reunião virtual, a White Martins apresentou a capacidade de produção diária de 36 mil metros cúbicos de oxigênio e de armazenamento de até 270 mil metros cúbicos
    Na reunião virtual, a White Martins apresentou a capacidade de produção diária de 36 mil metros cúbicos de oxigênio e de armazenamento de até 270 mil metros cúbicos | Foto: Divulgação/SES-AM

    Amazonas - A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) realizou reunião, nesta sexta-feira (23), com representantes da empresa White Martins, fornecedora de oxigênio (O2) ao Estado, para tratar do Plano de Contingência Estadual para enfrentamento da pandemia de Covid-19, especificamente, do abastecimento de oxigênio à rede estadual de saúde. 

    A SES-AM solicitou respostas técnicas em relação a um ofício prévio encaminhado no dia 16 deste mês, pelo Núcleo de Modernização da Infraestrutura da Saúde (Infrasaúde), para que a empresa informe, oficialmente, a capacidade de aquisição e logística de transporte de oxigênio de outros estados ou países vizinhos, com o objetivo de complementar a produção diária já instalada na unidade de Manaus, considerando a possibilidade de aumento do consumo, caso ocorra uma nova onda da doença. 

    “Estamos na fase 3 do plano de contingência e uma das ações estratégicas desta fase é discutir soluções para um eventual aumento de consumo. Ouvimos os representantes da empresa, para entender as limitações”, explicou o coordenador geral do Infrasaúde, Charles Mafra.

    Na reunião virtual, a White Martins apresentou a capacidade de produção diária de 36 mil metros cúbicos de oxigênio e de armazenamento de até 270 mil metros cúbicos, em seis tanques, instalados no seu parque fabril que possui atualmente duas plantas em plena produção na unidade de Manaus.

    “A reunião foi positiva e a partir da resposta dada hoje e do retorno do ofício, vamos buscar alternativas de outros fornecedores locais de oxigênio, bem como de outros estados da federação e de países vizinhos como forma de contingenciamento”, ressaltou Charles Mafra.

    Oxigênio 

    O consumo atual de O2 medicinal no Estado é em torno de 18 mil metros cúbicos nas redes pública e privada. Além da White Martins, as empresas Carbox, com produção estimada em 8 mil metros cúbicos por dia, e Nitron, que importa oxigênio de outro Estado para abastecer a sua rede de clientes, são fornecedores de O2 no estado. 

    A estratégia de geração independente de oxigênio, traçada no Plano de Contingência, inclui o cronograma de implantação de usinas em todo o Estado com a meta de somar 75 unidades em operação, com capacidade de produção total por dia de 35.640 metros cúbicos de O2. 

    Além de Manaus (7), as usinas estão em operação nos municípios: Alvarães (1), Apuí (1), Barcelos (1), Parintins (3), Itacoatiara (3), Tefé (1), Manacapuru (1), Tabatinga (1), Maués (2), Humaitá (1), Coari (1), Careiro (1), Carauari (1), Eirunepé (1), Lábrea (1), Nova Olinda do Norte (1), São Gabriel da Cachoeira (1).


    *Com informações da assessoria

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