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    ARTIGO


    Estagiária da Sejusc publica artigo de apoio psicossocial em revista

    Pesquisa surgiu a partir da vivência de uma mãe com um filho autista

     

    O artigo foi publicado na revista científica “Brazilian Journal of Health Review” (BJHR)
    O artigo foi publicado na revista científica “Brazilian Journal of Health Review” (BJHR) | Foto: Eduardo Santos/Sejusc

    MANAUS (AM) - A estagiária da  Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e finalista do curso de Psicologia, Isana Hipólito, realizou uma pesquisa voltada para ofertar e otimizar os atendimentos psicossociais de familiares de Pessoas com Deficiência (PcDs).

    O artigo, intitulado “Autismo nas relações parentais: os impactos psicossociais vivenciados por pais de crianças diagnosticadas com TEA”, foi desenvolvido em parceria com a colega Adriana Souza Hilário, sob a orientação do professor Julio Cesar Pinto de Souza, e publicado na revista científica “Brazilian Journal of Health Review” (BJHR).

    O estudo aborda o impacto do diagnóstico na dinâmica familiar dos pais e como isso afeta o psicológico tanto dos familiares quanto da criança.

    De acordo com a secretária titular da Sejusc, Mirtes Salles, por meio de pesquisas como essa é possível ter uma evolução quanto à abordagem e atendimento oferecidos a essas pessoas e sua família.

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    Por meio de um atendimento cada vez mais humanizado e pensado para acolher as pessoas em vulnerabilidade e suas famílias é que podemos ajudá-las plenamente. Sem um olhar sensível e pensado para elas, é impossível prestar um bom apoio. "

    Mirtes Salles, secretária titular da Sejusc

     

    Isana, que atua como estagiária da Secretaria Executiva Adjunta de Direitos da Pessoa Idosa (Seadpi) da Sejusc, aponta que a pesquisa pode ser utilizada ao atender familiares de pessoas em vulnerabilidade em outras pastas do órgão.

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    Esse suporte se daria na questão psicossocial, com uma equipe composta de psicólogos e assistentes sociais que pudessem auxiliar essas pessoas, por meio de uma roda de conversa, em que outros podem trocar estratégias para como lidar com seus problemas. Quando a gente tem um problema e se isola, é mais complicado lidar com ele. A partir do momento em que compartilhamos os problemas com outras pessoas que sofrem com aquela mesma situação, fica mais fácil, pois um encontra forças no outro para ajudar. "

    Isana Hipólito, estagiária da secretaria e finalista do curso de Psicologia

     

    A ideia surgiu da vivência de Adriana, que possui um filho autista, e por meio disso foi explorando conhecimento sobre o tema que deu origem ao artigo.

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    A motivação para a construção do artigo se fez pela minha experiência pessoal. Tive essa ideia devido ao diagnóstico do meu filho. Até receber o diagnóstico passei por muitas fases, de luto, negação, sofrimento psíquico e financeiro. A partir daí fui buscar conhecimento. Trabalhei em dois locais que cuidam de crianças autistas e pude vivenciar de perto o sofrimento daqueles pais. "

    Adriana Souza Hilário, colega de Isana

     

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