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Alvo de ataque, cidade da Nova Zelândia tenta retomar normalidade

Depois do massacre, além dos colégios e escritórios, o comércio também havia fechado as portas

Os ataques as mesquitas ocorreram no dia 15 de março. | Foto: SNPA / Martin Hunter

Em Christchurch, na ilha sul da Nova Zelândia, escolas e escritórios reiniciam nesta segunda-feira (18) as atividades, após o ataque a tiros em duas mesquitas na última nesta sexta-feira (15), que deixou 50 mortos. Depois do massacre, além dos colégios e escritórios, o comércio também fechou as portas.

Estudantes chegaram de bicicleta ou a pé a uma escola pública, alguns foram acompanhados pelos pais, enquanto o transporte público e os carros de passeio já eram vistos circulando pelo centro da cidade.

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O australiano Brenton Tarrant, acusado de assassinatos pelo massacre a tiros em Christchurch, fez compras na internet de armas e munições, material utilizado no ataque duplo. David Tipple, dono de uma loja de armas de fogo na Nova Zelândia, confirmou que ele fez as compras em seu estabelecimento.

O comerciante disse ter comunicado à polícia que a sua loja vendeu armas de fogo e munição da categoria “quatro A” para o australiano, responsabilizado pelos dois ataques. Segundo ele, não houve venda de arma semiautomática de estilo militar.

David Tipple afirmou que nada de anormal foi detectado a respeito do titular da licença, Brenton Tarrant.

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