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    Freira do tráfico


    Mulher enganada pelo marido torna-se freira e lidera negócio de drogas

    Atualmente é conhecida como irmã Kate e lidera um negócio de droga que já lhe vale milhões de euros.

    Aos 59 anos, Christine Meeusen descobriu que vivia uma mentira | Foto: Divulgação

    Chistine Meeusen era analista na Georgia, nos Estados Unidos, quando conheceu um homem pelo qual se apaixonou. À procura do amor, ela decidiu largar tudo rumo a Amesterdão, na Holanda. Mas, em 2005, sua vida sofreu uma reviravolta. Com três filhos, a mulher descobriu que o marido, supostamente divorciado, vivia uma vida dupla e era casado.

    Sem as poupanças de cerca de 820 milhões, roubadas pelo antigo companheiro, voltou para o seu país e, atualmente, vive na Califórnia. Deixou o velho nome, tornou-se freira e passou a gerir um negócio de canábis medicinal. Atualmente é conhecida como irmã Kate e lidera um negócio de droga que já lhe vale milhões de euros.

    "O meu sonho era dar força a mulheres como eu, que passaram por momentos difíceis, para criarem os seus próprios negócios", conta em entrevista à agência Reuters.

    De acordo com a lei local é permitido produzir uma pequena quantidade de canábis desde que seja para consumo próprio. Como tal, 'Kate' iniciou a sua produção, com a criação da religião Sisters on The Valley - com a qual produz e exporta canábis para várias partes do mundo - e aumentou o interesse e bem estar social pela substância.

    No site das Sisters on The Valley, a empresa afirma que as freiras respeitam "os presentes oferecidos pela mãe natureza e usam-nos para ajudar quem precisa", considerando-se "ativistas numa missão para capacitar as pessoas a curarem-se".

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