Fonte: OpenWeather

    Invasão ao Capitólio


    Democracia dos EUA sofre um ataque inédito, diz Biden

    O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, classificou como "um ataque inédito à nossa democracia" a invasão ao Capitólio, sede do Congresso americano, nesta quarta-feira (6).

     

    O presidente eleito definiu os protestantes como "pequeno grupo de extremistas destinados à baderna
    O presidente eleito definiu os protestantes como "pequeno grupo de extremistas destinados à baderna | Foto: Reprodução

    O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, classificou como "um ataque inédito à nossa democracia" a invasão ao Capitólio, sede do Congresso americano, nesta quarta-feira (6). "Neste momento, a nossa democracia sofre um ataque inédito. Um ataque à liberdade, à civilidade, ao Capitólio", disse o presidente eleito, durante pronunciamento feito a partir do estado americano de Delaware.

    "Um ataque aos representantes do povo e à polícia do Capitólio, que jurou protegê-los, um ataque aos servidores que trabalham no coração do nosso país, um ataque à lei como poucas vezes vimos", prosseguiu Biden

    Manifestantes favoráveis ao presidente Donald Trump ingressaram no prédio, provocando uma paralisação da sessão de certificação da eleição de Biden e da vice-presidente eleita Kamala Harris.

    Leia também: Apoiadores de Trump invadem Congresso em tentativa de golpe, nos EUA

    O presidente eleito definiu os protestantes como "pequeno grupo de extremistas destinados à baderna"."Isso não é decente, é desordem, é caos e deve terminar agora", prosseguiu Joe Biden.

    Biden pediu que Trump fosse em rede nacional de televisão e pedir o fim dos protestos. "Na melhor hipótese, as palavras de um presidente podem inspirar. No pior dos casos, elas podem incitar", disse o presidente eleito.

    Protestos influenciados por Trump

    Os protestos desta quarta foram estimulados por Donald Trump e aliados. O republicano não reconhece a derrota nas urnas, apontando uma suposta fraude eleitoral. Apesar das alegações e de dezenas de ações, nenhum dos pedidos de Trump para desacreditar os resultados foi aceito pela Justiça.

    Leia mais:

    www.emtempo.com.br/ultimas

    www.emtempo.com.br/cotidiano