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    França


    Mulher morre após ataque a facadas na região metropolitana de Paris

    Criminoso invadiu um posto policial e atacou a funcionária

     

    Mulher chegou a ser atendida por bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos
    Mulher chegou a ser atendida por bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos | Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters

    Uma funcionária da polícia de Rambouillet, cidade a pouco mais de 40 km a sudoeste de Paris (França), foi morta a facadas nesta sexta-feira (23). O assassino, identificado como um homem de 36 anos de nacionalidade tunisiana, morreu baleado em seguida, após reação dos policiais.

    De acordo com a imprensa francesa, o criminoso invadiu um posto policial na região metropolitana de Paris e atacou a funcionária com uma faca. No momento do ataque, ele gritou "Allah Akhbar" — Deus é Grande, em árabe.

    Pela suspeita de motivação extremista religiosa, uma procuradoria especial contra o terrorismo investiga o caso.

    A vítima foi identificada apenas pelo primeiro nome Stéphanie. Segundo a televisão pública Franceinfo, trata-se de uma mulher de 49 anos, mãe de dois filhos: um de 18 e outro de 13. Ela trabalhava como agente administrativa do posto policial.

    Após o ataque, a mulher chegou a ser atendida por bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. Relatos preliminares dizem que Stéphanie foi atingida por uma faca de cozinha na altura do pescoço.

    O assassino, um cidadão da Tunísia, chegou à França em 2009 e se manteve em situação irregular durante quase dez anos. Só em 2020 ele conseguiu uma autorização para viver em território francês, e trabalhava como entregador. O homem era desconhecido da polícia.

    Terrorismo

    O presidente Emmanuel Macron lamentou o crime, mencionou a violência na região da periferia de Paris e reforçou que o país deve combater o "terrorismo islâmico".

    "Stéphanie foi morta no posto policial de Rambouillet, nas terras já mortais de Yvelines. A nação está ao lado de sua família, de seus colegas e das forças de segurança", disse.

    O primeiro-ministro Jean Castex, que compareceu ao local do crime, também comentou o que chamou de "gesto bárbaro de uma covardia infinita". "Nossa determinação a lutar contra o terrorismo, em todas as suas formas, é mais do que nunca intacta."


    * Com informações do G1


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