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    Coronavírus


    Bolsonaro faz novo teste de coronavírus nesta terça-feira (17)

    Em entrevista, presidente disse que não está sentindo "absolutamente nada, tudo normal"

    Bolsonaro começou a ser monitorado desde a manhã da última quinta-feira (12) | Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS

    O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira que não apresentar sintomas do novo coronavírus e confirmou que fará um novo teste na terça-feira (17). Na sexta-feira passada (13), foi divulgado o resultado do primeiro exame que deu negativo. Na terça-feira (17), completam sete dias do retorno da comitiva dos EUA. O número de pessoas da comitiva que fez o exame e recebeu o resultado positivo já soma treze. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 234 casos confirmados.

    "Vou fazer (o teste) amanhã. Segundo teste que vou fazer. Eu digo para você: até o momento, se eu tiver com o vírus aqui, não estou sentindo absolutamente nada, tudo normal. Inclusive estou caminhando lá no Alvorada. O médico não proibiu de caminhar. Sem problema nenhum", disse em entrevista à rádio "Bandeirantes.

    Bolsonaro começou a ser monitorado desde a manhã da última quinta-feira (12), quando o secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten, foi diagnosticado com a doença. Wajngarten participou da comitiva da viagem presidencial e esteve em jantar no sábado com Bolsonaro e Donald Trump, na Flórida.

    De acordo com as recomendações sanitárias, Bolsonaro deveria ficar em isolamento durante 14 dias, após ter passado pelo exame.

    No domingo (15), o presidente saiu em comboio do Palácio Alvorada para o Planalto. No caminho, passou pela esplanada dos ministérios e foi saudado por manifestantes. Quando chegou ao Planalto, inicialmente, Bolsonaro ficou no topo da rampa e apenas acenou para os apoiadores, mas depois resolveu se aproximar do público. Já no pé da rampa, o presidente cumprimentou o chefe da Anvisa com o cotovelo, mas depois foi afrouxando os protocolos e passou a falar com apoiadores a uma distância curta, pegar seus celulares, e fazer outras interações mais próximas. O presidente também levou as mãos ao rosto, o que é desaconselhado pelo Ministério da Saúde.