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    Animal de Estimação


    Bicho de estimação diferente: homem convive com ratazana há 4 meses

    Além de compartilhar refeições, eles também dividem o quarto

    Por se tratar de um animal silvestre é protegido por lei e para realizar seu manejo é necessário autorização do órgão ambiental
    Por se tratar de um animal silvestre é protegido por lei e para realizar seu manejo é necessário autorização do órgão ambiental | Foto: Reprodução Internet

    O animal de estimação do chapecoense Ismael Abraão, de 38 anos, é peludo, tem quatro patas e pesa quase 2 kg. Ao ler essas características você provavelmente lembrou de um cachorro ou quem sabe de um gato, não é mesmo?  Porém, o amigo do morador do Oeste de Santa Catarina é um tanto quanto inusitado.  

    Um ratão-do-banhado é a sua companhia diária. Além de compartilhar refeições, eles também dividem o quarto. “Ratão”, como é carinhosamente chamado, dorme aos pés da cama de Ismael em um pano separado só para ele. De melancia a doces, o integrante mais novo da família não dispensa nada. “Ele só não come pedra, porque o resto ele aceita”, relata Ismael bem humorado.

    Ratão é da família

    O animal, que é macho, tem cerca de quatro meses, o mesmo período em que está com a família. Mas ele não é órfão, ao contrário, possui duas famílias: a biológica e a de Ismael que o adotou. Durante o dia, Ratão fica com os pais no açude da propriedade rural localizada na linha Tope da Serra, no interior de Chapecó, e durante a noite a atenção é dedicada para a família Abraão. 00:05

    Presença massiva

    A espécie está presente principalmente na região Sul do país, mas também é encontrada em outros pontos da América do Sul e existem registros da introdução da espécie na América do Norte e na Europa. Apesar de diferente, não é um animal ameaçado de extinção. “Ele faz parte do ciclo biológico e é uma importante presa para carnívoros de médio e grande porte”, exemplifica o biólogo. 

    Por se tratar de um animal silvestre é protegido por lei e para realizar seu manejo é necessário autorização do órgão ambiental. Preuss explica que animais silvestres, em geral, são portadores de parasitas que podem transmitir doenças. Por isso, não é indicado o consumo de carnes desse tipo de animais.

     “Manter esses animais em cativeiro e dentro de casas não é aconselhado. O seu comportamento pode ser imprevisível e eles podem até morder uma vez que possuem longos dentes que podem causar ferimentos considerados graves. 

    *Com informações do NDMais

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