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    Sucessão


    Luna e Silva assume presidência da Petrobrás nesta sexta-feira

    General vai nomear quatro funcionários de carreira da estatal para compor a nova diretoria

     

    Luna e Silva optou por "preservar" nomes internos como forma de fazer uma transição suave na empresa
    Luna e Silva optou por "preservar" nomes internos como forma de fazer uma transição suave na empresa | Foto: Alan Santos/PR

    O general Joaquim Silva e Luna, que será eleito nesta sexta-feira presidente da Petrobras em reunião do Conselho de Administração, vai nomear quatro funcionários de carreira da estatal para compor a nova diretoria da companhia.

    Segundo duas fontes, o general optou por "preservar" nomes internos como forma de fazer uma transição suave na empresa, sem trazer pessoas de fora para os cargos de diretores das áreas de "Exploração e Produção", "Desenvolvimento da Produção", "Comercialização e Logística" e "Finanças e Relacionamento com Investidores.

    Os diretores dessas áreas colocaram o cargo à disposição em meio ao processo de demissão de Roberto Castello Branco, que foi destituído do cargo de presidente da estatal na última segunda-feira em assembleia de acionistas.

    recomendação

    O Comitê de Pessoas já examinou os nomes e já deu recomendação positiva. Os quatro novos diretores "vieram de dentro da empresa segundo programas internos do plano de sucessão do RH".

    Os outros diretores atuais continuam nos cargos: Nicolás Simone (Transformação Digital e Inovação), Rodrigo Costa Lima e Silva (Refino e gás natural); e Roberto Ardenghy (Relacionamento Institucional e Sustentabilidade).

    Em março, o Conselho aprovou ainda Salvador Dahan para o cargo de diretor de Governança e Conformidade.

    Com a nomeação aos cargos aprovadas pelo Conselho, Silva e Luna deve tomar posse já na sexta-feira em cerimônia interna na sede da empresa, no Centro do Rio de Janeiro, de onde já vem trabalhado presencialmente. Segundo fontes, Silva e Luna vai encerrar o regime de home office para a diretoria em maio.

    A diretoria vai reavaliar o futuro do home office em maio para os cerca de 20 mil funcionários. A estratégia é dividir todos os funcionários da estatal em diferentes grupos, como foi feito em Itaipu.

    Assim, os colaboradores passariam a ser divididos, por exemplo, por faixa etária, com e sem comorbidades, com filhos em escola, entre outros critérios.


    * Com informações do jornal O Globo


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