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    'Quem come jaraqui não sai mais daqui'. Mito ou verdade?

    O jaraqui é uma das demais espécies de pescado com a principal fonte de proteína animal para grande parte da população do Amazonas

    O queridinho do Amazonas têm poderes para deixar gente apaixonada pela região
    O queridinho do Amazonas têm poderes para deixar gente apaixonada pela região | Foto: Reprodução

    Manaus - O famoso peixe que tem fama de arrebatar os visitantes do Amazonas pelo seu gosto, o jaraqui é também o mais pescado, comercializado e consumido no estado, de acordo com a Gerência de Apoio à Agricultura e Pesca (Geape). A pergunta que fica: É mito ou verdade de que quem come Jaraqui não sai mais daqui? 

    Depois dele vem uma lista diversa de espécies, entre elas curimatã, matrinxã, tucunaré, surubim e tambaqui.

    O jaraqui é uma das demais espécies de pescado com a principal fonte de proteína animal para grande parte da população do Amazonas, que é o maior consumidor no Brasil e um dos maiores do mundo. Alimento básico para cerca de 500 mil habitantes do Amazonas, o pescado tem consumo per capita por ano em comunidades ribeirinhas de até 180 quilos, segundo dados estimados do IDAM. Nas sedes municipais o consumo estimado é de 40 quilos/pessoa/ano e, em Manaus, de 33 quilos/pessoa/ano, segundo Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, em inglês).

    O jaraqui também possui sais minerais importantes para a nossa dieta como cálcio, ferro, zinco, sódio, potássio e selênio.  Aliás, o picadinho do jaraqui servido na merenda escolar, contribui para a evolução corpórea dos alunos, considerando que existe o cálcio em boa quantidade nas espinhas trituradas para a produção deste picadinho.

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