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    Manaus será palco da turnê de despedida da banda Skank

    O show está marcado para acontecer em março deste ano no Podium da Arena da Amazônia

    A turnê que comemora os 30 anos de carreira da banda | Foto: Diego Ruahn/Divulgação

    Manaus - Dona dos hits "Vamos Fugir", "Sutilmente", "Acima do Sol" e com 30 anos de carreira. A banda mineira de rock, Skank, realiza a turnê de despedida em todo o território nacional e é claro a capital amazonense não poderia ficar de fora deste grande acontecimento. 

    A banda aterrissa em solo manauara no dia 28 de março no Podium da Arena da Amazônia, localizado na avenida Constantino Nery, bairro Flores, Zona Centro-Sul de Manaus. Os valores dos ingressos serão informados em breve.

    O Amazonas é um dos primeiros Estados a receber a turnê de 30 anos do Skank. Após anunciar uma pausa na carreira no ano passado, a banda promete uma turnê comemorativa composta por uma coletânea de 30 hits da carreira e uma canção inédita.

    Carreira

    Considerado pelo fãs como um dos melhores grupos brasileiros por conta do sucesso contínuo em três décadas. A banda foi premiada em todos os 10 álbuns de estúdio que lançou. Com hits no passado e presente e que, na última turnê, lotou as maiores casas em todas as capitais por onde passou, é quase impossível que algum brasileiro não saiba cantar pelo menos uma música da banda.

    E em meio a uma série de ondas aparentemente perfeitas, os músicos resolveram fazer uma pausa e irem para a praia testarem-se fora da única formação que conheceram desde que se juntaram em 1991. Não teve briga nem nada que pesasse para a decisão. Somente um desejo por experimentação, por correr riscos e buscar outras formas de realização sem ser como Skank.

    E em entrevistas à imprensa, o vocalista e guitarrista Samuel Rosa confessa sobre a pausa da da banda. “Não precisa nem da decadência, nem da guerra para terminar alguma coisa”, contou Samuel

    Tomada de rumos inesperados não é algo esquisito à banda. Basta lembrar que explodiram nos anos 90 com uma mistura de dancehall, rock e música brasileira e na virada do milênio deram uma guinada para sonoridade mais retrô, influências de Beatles, Clube da Esquina e mantiveram a estatura como banda com “Maquinarama” e “Cosmotron”.

    “[Chegou a hora de] Cada um olhar para si. É hora de experimentarmos, ainda que demos com os burros na água. Quero me testar fora do Skank, me ver em um círculo de músicos fora do que sempre transitamos. Há muito ainda a descobrir”, diz Samuel.