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    Música


    Artistas amazonenses que você precisa conhecer; confira

    Entre as vozes do Amazonas, muitos artistas de talento merecem os olhares da população. Conheça alguns na lista que o EM TEMPO preparou

     

    Conheça artistas do Amazonas
    Conheça artistas do Amazonas | Foto: Divulgação

    Manaus - A Paris dos Trópicas é terra de belezas, sabores e boa música. Para homenagear as vozes e os instrumentistas que fazem essas músicas, o EM TEMPO reuniu artistas amazonenses que prometem agradar todos os gostos. Confira:

    Karen Francis

    Artista natural do município de Maués, Karen Francis cresceu em Manaus, onde segue carreira como cantora, compositora e instrumentista.

    O amor pela arte foi influenciado pela musicalidade africana da mãe, que é natural de Moçambique, e pelo pai, que já foi músico e cantor em grupos de pagode.

     

    Karen aprendeu a tocar violão aos 9 anos de idade, mas foi somente aos 11, quando se mudou para Nova Olinda do Norte, município do interior do Amazonas, que começou a se apresentar em igrejas, escolas e eventos da cidade.

     

    Karen Francis
    Karen Francis | Foto: Divulgação

    Aos 13 anos, começou a compor as primeiras músicas. Em 2017, voltou para Manaus com a família, ingressando na Universidade Federal do Amazonas, onde cursa Licenciatura Plena em Música.

    Em 2018, a artista lançou o EP intitulado “Acontecer” que foi produzido na cidade de Blumenau, em Santa Catarina. O trabalho totalmente autoral que vai do MPB ao Pop foi gravado em uma semana e é composto por cinco faixas que falam sobre dramas amorosos, desejo de libertar a si e liberar o outro.

    Atualmente, Karen se encontra no processo de composição e pré-produção de um novo trabalho: um álbum com dez músicas que mescla os estilos Afrobeat, R&B e Rap.

    Chapéu de Palha

     

    Giovanna e Helder integram o Chapéu de Palha
    Giovanna e Helder integram o Chapéu de Palha | Foto: Divulgação

    O duo amazonense, formado em março de 2019, começou publicando em gravações amadoras, composições com voz e violão. Em maio, foram convidados para gravar o primeiro trabalho profissional da carreira.

    O EP “Eu”, que conta com seis faixas, foi lançado dia 27 de setembro de 2019 e se encontra disponível em todas as plataformas digitais. Atualmente, o duo conta com mais de 67 mil ouvintes mensais no Spotify e se prepara para novos lançamentos.

     

    Giovanna Póvoas e Helder Cruz, que integram o Chapéu de Palha, se conheceram quase que no mesmo tempo que decidiram por unir as vozes e talentos, mas ainda faltava um nome para o que estavam criando. Giovanna foi quem solucionou este problema.

    No início de 2019, uma amiga começou a cursar agronomia na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e os calouros deveriam usar um chapéu de palha durante todo o dia por conta do trote – a inspiração para o nome do duo surgiu nessa ocasião.

    Duda Raposo

     

     Duda Raposo não limita as composições a apenas um gênero
    Duda Raposo não limita as composições a apenas um gênero | Foto: Divulgação

    A cantora começou a desenvolver o dom musical de forma precoce, com seis anos, em compartilhamento do talento em plataformas na internet. Na juventude, Duda Raposo investiu na música apenas por diversão.

    Participando em eventos, shows e projetos, a artista iniciou a carreira na música em 2019. Com o lançamento oficial de canções autorais, a artista integrou redes de maior alcance.

    Atualmente, Duda Raposo não limita as composições a apenas um gênero. A cantora ensaia nos mais diversos ritmos, criando bagagem para a música que canta. Uma das constantes, no entanto, é o estilo acústico.

     

    Bruno Rodriguez

     

    O estilo musical base para as obras de Bruno Rodriguez é essencialmente o pop
    O estilo musical base para as obras de Bruno Rodriguez é essencialmente o pop | Foto: Divulgação

    Cantor, pianista, violonista, pintor e compositor manauara, Bruno Rodriguez participou de espetáculos no Teatro Amazonas e de eventos como Reality Arte Music, TBT Sound no Teatro Manauara, Festival Manifest, da Semana Internacional de Música de SP (2019), entre outros.

    Bruno foi convidado pela Ícone Produções em 2018 a abrir o show de Cícero Lins e já cantou ao lado de Rodrigo Alarcon. Com 4 singles lançados em todas as plataformas digitais, gravou 2 singles para o Estúdio Show Livre (SP) junto com o projeto Freesom em 2019.

    O estilo musical base para as obras de Bruno Rodriguez é essencialmente o pop, mas ritmos como blues, soul e MPB também exercem muita influência nas canções autorais. Um dos diferenciais na música de Bruno Rodriguez é a produção também de faixas em inglês.

     

    Atuando como artista da Nova Música Amazonense, Bruno está trabalhando no primeiro álbum de estúdio, previsto para lançar em 2021.

    Gabi Farias

     

    O trabalho de Gabi Farias busca incentivar a expressão artística em todas as possibilidades
    O trabalho de Gabi Farias busca incentivar a expressão artística em todas as possibilidades | Foto: Divulgação

    Cantora, compositora, instrumentista, e professora de música, Gabi Farias atua no cenário musical manauara há cinco anos, já́ participou de projetos como a Orquestra Puxirum e Orquestra de Música Popular da UFAM.

    A artista também participou de trabalhos com artistas como República Popular e Victor Xamã. 

    O EP "Vazante", primeira parte de um projeto solo de Gabi Farias, mistura de sonoridades que refletem as influências que variam desde a MPB, o pop, o eletrônico, sem perder a regionalidade através de letras que falam verdades e realidades.

     

    O trabalho busca incentivar a expressão artística em todas as possibilidades, tanto sonoras como visuais. Através de videoclipes, ela busca levantar a bandeira do protagonismo feminino dentro do cenário musical, cultural e artístico amazonense.

    Dan Stump

     

    A paixão pela arte surgiu cedo na vida de Dan Stump
    A paixão pela arte surgiu cedo na vida de Dan Stump | Foto: Divulgação

    Artista visual e cantor, Dan Stump se consagrou no cenário musical amazonense como um dos nomes mais influentes do meio artístico no Estado. Com um trabalho que abraça a cultura regional, a trajetória começou humilde e se desenvolveu com elegância.

    Natural de Manacapuru, a paixão pela arte surgiu cedo na vida de Dan Stump. Logo na infância e na adolescência, o amazonense começou a escrever poemas que, posteriormente, virariam músicas e composições.

     

    Passeando pelos estilos folk, indie, soul e pop rock, a trajetória musical do artista iniciou em 2015. Com covers nas redes sociais, ele começou a explorar as próprias aptidões artísticas.

    O primeiro disco, ‘’Tudo o que eu penso são palavras perdidas que tento reorganizar’’, foi lançado em 2019. Desde então, Stump exerce uma forte presença nas plataformas digitais, e o público dele vem crescendo cada vez mais.

    Ian Lecter

     

    O rapper já lançou faixas solo como “A quem queira enxergar” e “Foram-se as flores”
    O rapper já lançou faixas solo como “A quem queira enxergar” e “Foram-se as flores” | Foto: Divulgação

    Ian Lecter deu início à carreira em 2015, já tendo em mente o que queria relatar nas composições: existência, ancestralidade e questões étnico-raciais.

    Em 2016, tendo a música como prioridade, se juntou a outro rapper, Saull, e deu início ao grupo Arkaica. A dupla chegou a fazer mais de 40 shows em todas as zonas da cidade de Manaus.

    Nos anos seguintes, começou a desbravar outras atuações: estudou produção musical e se envolveu em vários projetos, como o selo Da Gaveta e o coletivo Lado Preto, que reúne MCs e DJs da cena de Manaus.

    Também é idealizador do Motirõ de Cultura com três eventos realizados na UFAM, integrando a academia com os elementos da cultura hip hop.

    O rapper já lançou faixas solo como “A quem queira enxergar” e “Foram-se as flores”, além de colaborações com rappers como Igor Muniz (“A cura’), Victor Xamã (“Rupturas internas”) e Mayer (“Convites da carne

     

    Doral

     

    “Volta” foi o pontapé inicial da banda Doral
    “Volta” foi o pontapé inicial da banda Doral | Foto: Divulgação

    Liderada pelo vocalista Filipe Shimizu, último representante local no The Voice Brasil, a banda Doral foi criada no início de 2020 e é composta por Alexandre Donsouzis e Neto Sousa na guitarra, Fabrinni Oliveira, da banda Saturno, na bateria, e Abner Canela, baixista do espetáculo “Os Bambas”, do grupo de pagode Art Popular.

    Gravado remotamente durante a quarentena, “Volta” foi o pontapé inicial da banda Doral, que ainda não realizou show de estreia. O single inicia uma série de lançamentos que finaliza na produção do primeiro álbum.

     

    O grupo também lançou as canções “Desaguar”, uma parceria com a cantora paranaense Mobi Colombo; “Volta”, que fala sobre um relacionamento à distância na quarentena; e “Ela”, com participação especial da ex-The Voice Brasil, Paula Araújo.

    Um Trevo

     

    As letras autorais provocam reflexões cotidianas na vida do indivíduo moderno
    As letras autorais provocam reflexões cotidianas na vida do indivíduo moderno | Foto: Divulgação

    Um Trevo nasceu em 2019 e é formado por três jovens manauaras. O grupo conta com diversas influências que vão do rock ao indie e a MPB, trazidas pela originalidade do guitarrista e violonista Caio Costa, a pegada incisiva na bateria e percussão de Matheus Câmara e a potência vocal de Ana Bia.

    O grupo apresenta repertório mesclado entre o autoral e algumas versões de músicas já consagradas, transitando com segurança entre diversas vertentes da música regional e nacional.

     

    Além disso, as letras autorais provocam reflexões cotidianas na vida do indivíduo moderno, geralmente inspiradas em experiências pessoais, sem deixar de lado as críticas políticas que, inclusive, estão presentes no primeiro EP “Tríade”, lançado em março de 2020.

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