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    Manaus


    Memorial da praça Dom Pedro conta com equipe para segurança

    Prefeitura diz que vai trabalhar para o resgate histórico do centro de Manaus

     

    Manaus reúne a força-tarefa do projeto Memorial da praça Dom Pedro
    Manaus reúne a força-tarefa do projeto Memorial da praça Dom Pedro | Foto: Mário Oliveira / Fundo Manaus Solidária e Oliveira Júnior/Manauscult

    Manaus (AM) - A força-tarefa envolvida na revitalização e segurança do Memorial Aldeia da Memória Indígena, que faz parte do marco zero de Manaus, composta por nove secretarias municipais, Guarda Civil e Polícia Militar, se reuniu, na última terça-feira (27).

    A presidente do Fundo Manaus Solidária, Dulce Almeida, ressaltou que “fazer política pública é fazer a política do bem, para beneficiar de fato aqueles a quem representamos, o povo”. Ela destacou a qualidade da equipe montada pela Manauscult e Concultura, que está produzindo ações humanitárias, que valorizam o povo e a cultura de nossa cidade.

    “Eu tenho certeza de que essa gestão do prefeito David Almeida, que tão bem escolheu sua equipe, só pode produzir o melhor. E como diz o prefeito, esta cidade pode sim e está se tornando melhor para se viver. Este solo sagrado da praça conta a nossa história, a partir de nossos ancestrais”, ressaltou Dulce Almeida.

     

    O presidente da Manauscult, Alonso Oliveira, destacou o maior feito desta ação de valorização e resgate histórico, que é o trabalho de integração entre as secretarias e as forças de segurança pública dos entes do município e Estado: 

    “Estamos mostrando aqui o projeto maior do prefeito David Almeida, que aposta no resgate, não apenas desta praça, mas das muitas outras da cidade de Manaus”, afirmou.

     

    Oliveira explicou que trata-se de um projeto-piloto, onde a intenção é integrar Guarda Municipal e PM, que estão passando por treinamento especial, para oferecer condições de atuação com a Manauscult e Concultura, coordenadas com outros órgãos como Secretaria Municipal de Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi), Semulsp, Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Fundo Manaus Solidária e Implurb.

    “Vivemos um momento terrível pandêmico, que nos obriga a nos reinventarmos, para levarmos cultura e geração de emprego e renda para nossa população”, enfatizou Alonso Oliveira.

     

    O presidente do Concultura, Tenório Telles, fez o agradecimento final a todos os parceiros da ação de resgate cultural e de cidadania, que disse ser emblemática e modelo para os futuros projetos de revitalização e humanização das áreas degradadas socialmente. Ele citou o poeta Castro Alves, para justificar a importância da ação. “A praça é do povo como o céu é do condor”, disse.

    E finalizou agradecendo aos policiais e a todos os parceiros presentes, por terem proporcionado a paz aos mortos ali enterrados no hoje Memorial Aldeia da Memória Indígena de Manaus e o sossego aos moradores da área, recitando o poema “O Prazer de Servir”, da poeta Gabriela Mistral. 

    Segurança integrada 

     “O projeto especial de segurança realizado pela Casa Militar, por determinação do prefeito David Almeida, e sob demanda da Manauscult e Concultura, foi pensado para servir de modelo aos demais setores do centro histórico .

    “Essa é uma estratégia complexa entre as forças de segurança da Guarda Civil e PM, apoiando as ações de revitalização e integração do centro histórico, para levar tranquilidade à população e fomentar o turismo interno e externo”, disse Dias.

     

    O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ayrton do Norte, reforçou a importância do projeto, considerando que se trata de uma área que estava há muito tempo abandonada e vem sendo paulatinamente ocupada pelo poder público, com a orientação do governo de apoiar as ações do município, de realizar parcerias e interatividade com os órgãos federais, estaduais e municipais.

    “Tenho certeza de que nessa união todos saem ganhando, a cidade, o Estado, o turismo, a cultura e vamos continuar trabalhando irmanados pelo bem comum do povo”, afirmou Norte. Ele informou que vai incrementar as ações na área da praça com a Polícia Turística da Polícia Militar (Politur) e disponibilizou a banda da PM, para participar das ações culturais.

     

    A moradora Nilda Pereira Brito, 74, costureira, residente na rua Frei José dos Inocentes, conta que nesses mais de 17 anos na área, só tomou coragem de fazer exercícios e fazer corrida diária na praça há pouco mais de uma semana, quando os guardas garantiram a segurança.

    “Hoje mesmo tinha um rapaz correndo na minha frente e uma outra moça correu noutro dia. Agora não tenho medo de vir para cá, os meninos (guardas) são muito gente boa”, disse animada.

     

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