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    Homenagem


    Websérie “A Manaus que eu vivo” encerra com poema inédito

    O quarto e último episódio da websérie traz o poema inédito “A Manaus que eu Vivo”, de Celdo Braga

     

    O poema, que leva o mesmo nome da série, compõe um dos quatro episódios que mostram a metrópole transformada diariamente pela sua gente
    O poema, que leva o mesmo nome da série, compõe um dos quatro episódios que mostram a metrópole transformada diariamente pela sua gente | Foto: Arthur Castro/ Secom

    MANAUS (AM)- Nas redes sociais o Governo do Estado homenageia os 352 anos da capital amazonense em verso e prosa.

    Neste domingo (24), vai ao ar o quarto e último episódio da websérie “A Manaus que eu vivo”, com um poema inédito do músico e poeta amazonense, Celdo Braga. 

    O poema, que leva o mesmo nome da série, compõe um dos quatro episódios que mostram a metrópole transformada diariamente pela sua gente. 

    O vídeo de estreia apresentou a visão da cidade por uma servidora pública estadual, que atua como merendeira há oito anos na Escola Estadual Profª. Lenina Ferraro da Silva, zona norte da capital. A servidora pública estadual Lilmara Arinana faz parte dos mais de seis mil servidores técnicos da Secretaria de Estado de Educação e Desporto que foram contemplados, pela primeira vez na história, com o abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em 2020.

    No segundo episódio, a série trouxe a visão do produtor rural Jamerson Ferreira, que há dez anos atua como feirante vendendo hortaliças. Ele é um dos 500 produtores beneficiados pela feira da Agência Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS) na capital.

    O terceiro episódio trouxe o escritor e produtor cultural Rojefferson Moares. Descendente de indígenas da etnia Mura, foi um dos contemplados, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, com o Prêmio Feliciano Lana e com o Auxílio Estadual, do Governo do Estado, para os artistas afetados pela pandemia de Covid-19.

    O quarto e último episódio da websérie traz o poema inédito “A Manaus que eu Vivo”, de Celdo Braga.

    Confira:

    Manaus, cidade que eu vivo,

    é repleta de magia.

    Ela me tornou cativo

    por ter o dom da alegria,

    por ser sempre hospitaleira, 

    é a capital brasileira 

    que esbanja simpatia.

     

    Circundada de floresta 

    é singular e plural

    nela Deus se manifesta

    de maneira especial 

    nas luzes do amanhecer

    no brilho do entardecer 

    do Rio Negro colossal.

     

    Tudo aqui tem mais sentido

    na lida do pescador

    porque nos foi permitido

    sentir o raro sabor

    do caldo do jaraqui

    e a culinária daqui,

    ai meu Deus, é um primor!

     

    Esta cidade que eu vivo

    digo com muita emoção 

    desde menino não privo

    por ela a minha paixão 

    Manaus, cidade querida,

    que bom que a minha vida

    é devotada ao teu chão.

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