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    Jimmy continua sem ter advogado para defendê-lo

    Jimmy continua esperando por advogado - foto: Arthur Castro
     
    Até esta quarta-feira (30) o publicitário Jimmy Robert Queiroz Brito, 33, continuava sem ter advogado nomeado pela família ou um defensor público que pudessem entrar com recurso para libertá-lo da prisão.
    Jimmy está recolhido a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), acusado de assassinar a tia, Maria Gracilene,52, da prima Gabriela Belota, 25, e do pai, Roberval Roberto de Brito, 63.
     
    O titular da 14ª Promotoria de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE) junto ao 1 Tribunal do Júri Popular, Lauro Tavares da Silva, informou que se até sexta-feira (1), a família não tiver conseguido uma pessoa para atuar na defesa do acusado, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus) deve nomear um defensor.
     
    O promotor explica que nesses casos, a Sejus já possui em seus quadros um profissional que pode atuar normalmente na defesa de um interno do sistema prisional, que é o caso do publicitário.
     
    O promotor explica da necessidade da urgência na nomeação de um defensor para o publicitário para não atrapalhar a tramitação do processo na justiça.