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    Política


    Refletir, aplicar e confirmar

    Vemos nos dias de hoje, grupos de brasileiros em união, tentando remediar e encontrar soluções que deveriam ser adotadas pelas autoridades constituídas. Pouco antes de confirmar o voto na urna, feche os olhos, reviva a agonia que passamos

    Escrito por Dudu Monteiro de Paula no dia 06 de fevereiro de 2021 - 14:00

    Dudu Monteiro de Paula

    Jornalista esportivo

     

    | Foto: Divulgação

    De repente, não mais que de repente, tudo muda!

    Sem percebermos atentamente, mudamos o comportamento e as decisões tornam-se automáticas.

    Avaliar estas alterações cotidianas é quase impossível.

    SIM!

    Hoje valorizamos cada vez mais o convívio familiar, a casa, os entes queridos, os amigos, os conhecidos: o MEU convívio.

    E ficamos presos a decisões de outras pessoas.

    As personagens que elegemos para administrar nossa “vida pública” não correspondem. Deixando as mãos atadas e sujeitas a disposições, muitas vezes equivocadas.

    Vemos nos dias de hoje, grupos de brasileiros em UNIÃO, tentando remediar e encontrar soluções que deveriam ser adotadas pelas autoridades constituídas, eleitas e colocadas no poder, por estes mesmos cidadãos.

    NÃO ESQUEÇAMOS DISTO!

    Em pouco mais de dois anos, escolheremos os novos “mandatários” de nossas vidas.

    Isso mesmo, estes indivíduos eleitos pela maioria, são os “donos” das vidas de todos.

    Quando formos às URNAS novamente, naqueles poucos “íntimos” segundos, será o momento oportuno de lembrar: DAS MILHARES DE ALMAS QUE DESAPARECERAM E DE TODOS QUE SOFRERAM NESTA PANDEMIA.

    A maioria pelo descaso das autoridades.

    Acusar a população de irresponsabilidade fica muito mais fácil!

    Sem dúvida, cada qual tem sua parcela de incumbência. Porém, cabe às autoridades a RESPONSABILIDADE SOCIAL por todos os membros da sociedade.

    Fechar tudo (LOCKDOWN), significa aumentar ainda mais a dependência.

    Esta vinculação está nas mãos de irresponsáveis (pelo menos no até agora demonstrado), por NÓS mesmo lá colocados.

    Não importa em quem você votou! Eles foram eleitos pela maioria!

    A culpa não pode ser atribuída a quem votou nestes indivíduos. O erro é EXCLUSIVAMENTE deles.

    A maioria deu o voto de confiança e um cheque em branco a eles: ACREDITANDO na mudança!

    O País, o Estado e o Município não estavam um PARAÍSO! Eis o motivo do sentimento de MODIFICAÇÃO e o resultado das últimas eleições.

    Agora, como dizem: o “defunto” é morto! E foram muitos que continuam nos deixando.

    O momento é de cobrança. Eles dirigem nossas vidas.

    Temos sim a obrigação de cobrar. Sabe por quê?

    Perdemos entes queridos, a integridade, a saúde física e mental.

    Sucumbiu a autonomia financeira, com a perda de empregos e negócios (tanto faz, se pequeno, médio ou grande).

    Não façamos “vistas grossas”. Sejamos CRÍTICOS E PARTICIPATIVOS.

    Não importa como estaremos em 2022.

    Pouco antes de confirmar o voto na urna, feche os olhos: reviva a agonia que passamos, em busca de leito, de oxigênio ou até mesmo de espaço no cemitério, para um familiar, amigo ou conhecido.

    Relembre as fotos expostas nas redes sociais, transformadas em obituário.

    Pense em cada lágrima derramada, cada família e coração dilacerado.

    Mesmo que nas mesas o alimento seja pouco, o que mais entristece são as cadeiras vazias!

    NÃO ESQUEÇA! Só haverá transformação se MUDARMOS!

    Por hoje é só! No final de semana tem mais! Fuuuiiiiii