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    Oportunidade


    Cursinho abre vagas gratuitas para pessoas com Síndrome de Down

    As vagas são ilimitadas, mas o candidato ou a família terá que comparecer pessoalmente na sede do cursinho, para comprovar a condição genética

    | Foto: Márcio Melo/Em Tempo

    Manaus -  Nesta segunda-feira (3), é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e o cursinho preparatório "Sou Concurseiro e Vou Passar" abriu vagas gratuitas do curso online para pessoa com Síndrome de Down, visando as provas do Instituto de Desenvolvimento Ambiental do Amazonas (Idam), que acontecem em fevereiro, com cinco vagas para concurseiros com essa deficiência intelectual.

    As bolsas de estudos serão gratuitas na modalidade online. Os candidatos interessados em estudar para o concurso devem ser maiores de 18 anos e que estejam aptos podem entrar em contato por meio do WhatsApp (92) 98116-3075 ou via e-mail [email protected], com assunto: Convocação IDAM. 

    As vagas são ilimitadas, mas o candidato ou a família terá que comparecer pessoalmente na sede do cursinho, na rua Pará no conjunto Vieiralves, para comprovar a condição genética de síndrome de down. 

    Segundo o Professor e Diretor do cursinho, Fábio Silva, é importante ajudar a todos que estão em busca da aprovação. “Queremos incentivar os candidatos a concorrerem as vagas, que muitas vezes não são preenchidas. Nosso papel é incentivar o estudo.”, ressaltou o professor.

    Vagas

    O concurso IDAM oferece 227 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Os candidatos com Síndrome de Down podem concorrer as vagas para nível médio para os cargos de Assistente Técnico, Técnico em Agropecuária – Agrícola, Técnico em Agropecuário – Florestal e Técnico em Agropecuária – Pesqueiros, e também para nível superior, para o cargo de Engenheiro Agrônomo.

    A coordenadora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) disse que é necessário observar como a educação da pessoa com down foi conduzida ao longo da infância até a vida adulta. "Todos eles são capazes de trabalhar, mas depende muito de como foram criados. Tem que ter sensibilidade e muita paciência com eles", salientou. 

    Elizângela também criticou a falta de apoio as instituições de amparo as pessoas especiais. "Querem fazer vários programas sociais, gastam milhões e esquecem das intuições que já fazem isso há décadas, que estão de pires na mão. Apae, Pestalozzi, Abrigo Moacir Alves, o AMA, todos precisam de ajuda, se investirem neles com certeza essas pessoas serão ajustadas", completou.

    Confira a reportagem da TV Em Tempo. 

    Confira a reportagem | Autor: TV Em Tempo

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