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    Economia


    Após acordo, vigilantes encerram greve

    Com o fim do impasse, os bancos voltam à normalidade já nesta quinta (14) – foto: Michell Mello
     
     
    Após a pressão da classe trabalhadora, o Sindicato das Empresas de Vigilância e Segurança Privada do Amazonas (Sindesp-AM) enfim cedeu e anunciou nesta quarta-feira (13), após reunião intermediada pelo prefeito Artur Neto, o pagamento do adicional de 10% de periculosidade para os quase 12,5 mil vigilantes no Estado, já a partir deste mês.
    Com a decisão, as empresas põem fim ao impasse surgido desde a publicação da Lei 12.740, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no ano passado, que incluiu a atividade entre aquelas que expõem trabalhadores aos riscos de violência física pessoal ou patrimonial.
    As negociações entre patrões e empregados, entretanto, não foram encerradas, já que as demais reivindicações previstas na convenção coletiva da categoria, como o tíquete alimentação e reajuste salarial, serão definidas na próxima segunda (18).
     
    Segundo o presidente do Sindesp-AM, Orlando Guerreiro, o acordo assinado hoje, além de encerrar a greve deflagrada no início da semana passada, alterou ainda a data-base, que passa a ser agora no dia 1º de fevereiro.
    “Os vigilantes já recebem o incremento de 20% no salário referente ao risco de vida. A nova lei estabelece o teto de 30%, por isso, o incremento para o trabalhador será de 10%”, adiantou o presidente do Sindesp-AM, Orlando Guerreiro.
     
    Com o acordo assinado, as atividades bancárias, que se ressentiram com a ausência de uma boa parcela dos vigilantes, também voltam à normalidade já nesta quinta-feira (14).