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    Conversa Franca


    Inaldo Seixas comenta política econômica do Brasil e do Amazonas

    O economista comentou aspectos da econômica mundial e como isso atinge a população. Ele revelou também os principais desafios do Brasil e do Amazonas

    | Foto: Em Tempo

    Manaus - Em entrevista ao programa Conversa Franca da WEB TV EM TEMPO, na última segunda-feira (13), apresentado pela jornalista Tatiana Sobreira, o economista amazonense Inaldo Seixas comentou aspectos socioeconômicos do país e do estado do Amazonas.

    Como as alterações do dólar atinge a vida dos brasileiros?

    Um dos primeiros pontos debatidos diz respeito aos impactos que a moeda americana representa na sociedade, em especial na vida do trabalhador. O convidado afirma ser necessário ter em mente que as alterações do dólar, seja para mais ou para menos, afetam diretamente as dinâmicas sociais.

    Somos importadores do trigo, isto é, compramos de fora. Quando o dólar sobe, os preços aumentam e consequentemente produtos como o pão ficam mais caros, afetando o orçamento de várias famílias, exemplifica.

    Economia no Brasil e no Amazonas

    Indo além, Inaldo analisa o modelo de economia que vem sendo desenvolvido no país desde o Impeachment de 2016. Ele aponta que o governo de Michel Temer iniciou o processo efetivo da implementação da política Neoliberal e, após isso, a questão da privatização foi amplamente discutida, se estendendo até hoje, na gestão do atual ministro da economia, Paulo Guedes.

    Entretanto, Inaldo afirma que a lógica capitalista, do livre mercado, apesar de conseguir grandes avanços, precisa ser domada, pois, caso contrário, a desigualdade, traço característico do Brasil, pode aumentar. Por isso, é importante que haja melhor distribuição de renda.

    No contexto local, há uma grande contradição: o Polo Industrial do Amazonas é segundo maior do Brasil, no entanto, o Estado conta com uma enorme taxa de desemprego. Uma das explicações é a robotização da mão de obra. As soluções para este déficit, segundo ele, seriam o investimento em capital humano, biotecnologia e diversificação do polo industrial. 

    Para mais informações confira a entrevista na íntegra: