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    SUPORTE NA CRISE


    Lorenzoni diz que governo pagará R$ 300 a 20 milhões para informais

    Ministro da Cidadania disse que atenderá outros 57 milhões por meio do Bolsa Família

    Onyx diz que recurso para atender essas demandas será da ordem de R$ 2 bilhões | Foto: Reprodução

    Manaus - Sem definir prazos de cadastros e pagamentos, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou, em entrevista ao canal de televisão CNN Brasil, que o país poderá retomar as atividades econômicas ao garantir que 20 milhões de brasileiros, que vivem na informalidade, recebam suporte de R$ 300 durante o estado de calamidade causado pelo novo coronavírus (Covid-19), e outros 57 milhões sejam atendidos pelo Bolsa Família.

    “Estamos já atendendo e vamos poder praticar o suporte financeiro para as famílias na informalidade. Já ampliamos o Bolsa Família e estamos cuidando dos mais vulneráveis”, afirmou o ministro.

    Onyx destacou que o governo federal prepara, num trabalho integrado que envolve os ministérios da Economia e da Casa Civil, esse apoio de R$ 300 aos informais, diretamente afetados por decretos de fechamento dos comércios não essenciais. “É quem está guardando carro, vendendo pipoca, fazendo pequenos serviços e malabarismo em sinaleira. A gente tem de olhar para esse Brasil profundo”, enfatizou.

    Na linha de frente nos municípios, os profissionais da assistência social receberão R$ 2 bilhões (R$ 200 milhões ainda em março) com foco primordial em permitir que os idosos tenham o isolamento necessário.

    “Vamos levar alimentos, medicamentos e o carinho, que também é importante às pessoas nessa condição”. Onyx ressaltou a importância desses profissionais durante o período de crise. “São eles que levam acolhimento, orientação, a questão da higienização, da prevenção e da proteção aos nossos idosos”.

    Nesta quinta, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o valor do pagamento mensal a trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus pode chegar a R$ 500. O governo federal propôs inicialmente pagar apenas R$ 200.