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    Contratação


    Governo autoriza contratação de mais de 8,2 mil temporários no INSS

    A ação deve ser realizada em até seis meses

    | Autor: Tarcísio Layme/ TV Em Tempo

    São 7.400 vagas atendimento e serviços administrativos
    São 7.400 vagas atendimento e serviços administrativos | Foto: Reprodução

    O Governo Federal autorizou a contratação temporária de aposentados e militares para trabalharem no Instituto Nacional do Seguro Social (Inss). Serão abertas pelo menos 8.230 mil vagas em até seis meses.

    A portaria que autoriza a contratação foi publicada na edição dessa terça-feira (28) do Diário Oficial da União (DOU). Ela restringe as vagas a "aposentados pelo regime próprio de previdência social da união" e de "militares inativos para o desempenho de atividades de natureza civil".

     As vagas previstas estão assim divididas: 

    10 vagas em atividades de apoio da subsecretaria dos regimes próprios da previdência social

    40 vagas para análises na subsecretaria dos regimes próprios da previdência social

    235 vagas em atividades de apoio do conselho de recursos da previdência social (Crps) 

    255 vagas para atividade geral na subsecretaria da perícia médica federal (Spmf)

    180 vagas para análise técnica de processos e solicitações do departamento de centralização de serviços de inativos, pensionistas e órgãos extintos (Decipex) 

    100 vagas para análise de processos de compensação financeira previdenciária no Decipex

    10 vagas para orientação e supervisão do tratamento do acervo funcional e digitalização no Decipex

    7.400 vagas atendimento e serviços administrativos no Decipex

    Também haverá vagas para perícia médica e para atuação na concessão e revisão de benefícios, além de demandas judiciais. O número de vagas para estes cargos, no entanto, não foi definido na portaria, que estabeleceu apenas o limite máximo de gastos para estas contratações - R$ 45,5 milhões para perícia médica e R$ 19,9 milhões para o cargo na área jurídica em 2020.   

    Confira a reportagem da TV Em Tempo:

    | Autor: Tarcísio Layme/ TV Em Tempo
     

    *Texto Web: Marhia Edhuarda Bessa