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    EFEITO COVID-19


    Sob os efeitos da pandemia, varejo do Amazonas cai 14,6% em abril

    Frente ao mesmo mês do ano passado, a queda no varejo amazonense foi de 21,6%

    Comércio não essencial de Manaus ficou com as portas fechadas em abril, por conta da pandemia | Foto: Lucas Silva

    Manaus - No primeiro mês completo de medidas de contenção à pandemia do novo coronavírus (Covid19), em abril, o volume de vendas do comércio varejista amazonense registrou queda 14,6%, frente a março na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês de 2019, o varejo no Amazonas reduziu 21,6%. No acumulado do ano, o setor apresentou queda de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador reduziu para 7,5%, já que em março estava em 9,8%.

    A variação percentual, que compara o volume de vendas do mês atual com o mês anterior (-14,6%), o comércio varejista do Amazonas ficou numa posição intermediária entre outros estados. Os piores desempenhos ficaram por conta de Amapá (-33,7%), Rondônia (-21,8%) e Ceará (-20,2%). Os melhores desempenhos ficaram por conta de Santa Catarina (-4,3%), Tocantins (-8,9%) e Roraima (-8,9%). Todas os Estados registraram queda em abril.

    A variação percentual acumulada no ano, que compara o volume de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior (-0,9%), o varejo amazonense também ficou na posição intermediária entre outros estados. Os piores desempenhos ficaram por conta de Rondônia com (-16,4%), Ceará (-14,1%) e Amapá (-11,6%). Os melhores desempenhos ficaram por conta de Tocantins (2,0%), Mato Grosso (1,0%) e Paraíba (0,9%).

    Receita

    Em abril, a receita nominal de vendas do comércio varejista amazonense caiu 14,4%, frente a março na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a receita do comércio varejista no Amazonas declinou 15,7%. No acumulado do ano, o setor apresentou variação de 6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador reduziu para 12,2%, depois de 14,3% no mês de março.

    A variação percentual, que compara a receita nominal do mês atual com o mês anterior (- 14,4%), colocou o comércio varejista do Amazonas na posição intermediária entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos ficaram por conta de Amapá (-31,4%), Rondônia (-21,7%) e Distrito Federal (-19,5%). Os melhores desempenhos ficaram por conta de Roraima (-8,6%), Santa Catarina (-9,2%) e Tocantins (-10%).

    A variação percentual acumulada no ano, que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo mês do ano anterior (6,3%), o varejo amazonense ficou na primeira posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos ficaram por conta de Rondônia (-12,8%), Ceará (-9,8%) e Amapá (-7,7%). Depois do Amazonas (6,3%), os melhores desempenhos seguiram com Tocantins (5,2%) e Mato Grosso (5,0%).

    Varejo ampliado

    O volume de vendas do comércio varejista ampliado amazonense em abril caiu 22,0%, frente a março na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o comércio varejista ampliado no Amazonas reduziu 32%. No acumulado do ano, o setor apresentou queda de 5,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador cresceu apenas 3,6%.


    *Com informações do IBGE