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    Material de construção


    SINDUSCON emite nota sobre preço do material de construção no AM

    Sinduscon emite nota e pede o retorno da normalidade nos custos de material de construção. Altos custos tem impactado o mercado das construtoras, renda dos trabalhadores da classe

    De acordo com a nota, as principais construtoras, tem enviado diversas demandas sobre o aumento de preços.
    De acordo com a nota, as principais construtoras, tem enviado diversas demandas sobre o aumento de preços. | Foto: Fiesp

    MANAUS - A respeito do aumento dos preços de material de construção no Amazonas, já destacado aqui pelo Portal EM TEMPO, o  Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (SINDUSCON-AM) emitiu nota nesta quarta-feira (22) e informou que tem acompanhado a nível local e nacional com bastante preocupação, a elevada variação e até abusiva nos preços dos insumos utilizados na construção, como cimento, tijolo, aço, madeira, entre outros.

    Cobrança de construtoras

    De acordo com a nota, as principais construtoras, tem enviado diversas demandas sobre o aumento de preços. "Em alguns casos chegam a 100% do que era praticado no mercado local – sem justificativa clara, esconde-se atrás do período de pandemia, uma vez que temos uma inflação baixa, e implicam de forma direta em desequilíbrio de Contratos já firmados em qualquer tipo de Obra, privada ou pública. Através de pesquisa com pequenas, médias e grandes construtoras, Fornecedores, e lojas de materiais de construção constatou-se as variações de preços dos insumos não são suportados pelos contratos firmados", diz a Sinduscon.

    O sindicato informou ainda que deu início a tratativas, de forma legal, com fornecedores locais e nacionais – por meio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) – com a finalidade de saber a real duração ou efetividade destes aumentos, com defesa da planilha de todos os custos incidentes na cadeia da Construção.

    "Esses custos podem gerar desequilíbrios, por isso buscamos por preços justos e aplicáveis aos contratos já vigentes, para tornar os produtos finais mais acessíveis, com geração de mais empregos. Entendemos não ser viável intensificar a retomada da economia do Estado, se não houver sério comprometimento dos setores da cadeia produtiva da construção civil. Estamos no aguardo de, a curto prazo, haver o retorno de preços pré-pandemia", finaliza o Sinduscom.

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