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    Dinheiro


    Papel-moeda tem recorde de circulação no País

    Os dados do BC mostraram ainda que os depósitos à vista - recursos que estão nos bancos - também subiram de fevereiro para junho

    A crise do coronavírus fez os brasileiros guardarem dinheiro em espécie em casa
    A crise do coronavírus fez os brasileiros guardarem dinheiro em espécie em casa | Foto: Reprodução

    A crise do coronavírus fez os brasileiros guardarem dinheiro em espécie em casa. Segundo o Banco Central antes da pandemia, fevereiro, para o que de junho o papel-moeda em poder do público (PMPP) saltou 29%, de R$ 210,2 bilhões para R$ 270,9 bilhões sendo o maior valor desde que o índice foi anunciado em 2001. 

    A economia sempre está em busca de usar mais tecnologia em transições comerciais reduzindo o papel moeda, mas a crise do covid-19 mudou esse cenário e agora foram adicionados R$ 60,672 bilhões em cédulas em circulação no Brasil. 

    De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o aumento do papel-moeda nas mãos do público nos últimos meses foi causado pela demanda da população com a liberação do auxílio emergencial mensal de R$ 600 pelo governo, durante a pandemia.

    Os dados do BC mostraram ainda que os depósitos à vista - recursos que estão nos bancos - também subiram de fevereiro para junho, em 25,3%. O montante total passou de R$ 199,681 bilhões para R$ 250,112 bilhões. O avanço indica que parte da população que recebeu auxílio do governo não sacou os recursos em espécie, mas sim manteve o dinheiro dentro do sistema financeiro.


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