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    Emprego


    Taxa de desocupação no AM alcança 17,9% em agosto

    No total, 265 mil pessoas em idade de trabalhar estavam desocupadas no Amazonas, em julho

    Os dados mostram que ainda há tendência de aumento do número de pessoas desocupadas no Estado | Foto: Márcio James / Arquivo Semcom

    Manaus -  A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (23)  pelo IBGE, mostra que a taxa de desocupação no Amazonas cresceu 17,9% em agosto e cresceu 0,9 pontos percentuais em relação a julho, e 5 p. p. em relação a maio. No total, 265 mil pessoas em idade de trabalhar estavam desocupadas no Amazonas, em julho.

    De acordo com os dados da Pnad, os amazonenses na força de trabalho eram de 1,6 milhão. Entre esses, 1,31 milhão eram pessoas ocupadas e 286 mil, desocupadas. A população fora da força de trabalho ficou estimada em 1,39 milhão.

    Os dados mostram que ainda há tendência de aumento do número de pessoas desocupadas no Estado. Entre maio e agosto, houve aumento de 107 mil pessoas a mais, que procuravam, mas não tinham emprego.

    A taxa de desocupação no Amazonas subiu de 17,0%, em julho, para 17,9%, em agosto. Assim, a taxa de desocupação em agosto cresce 0,9 pontos percentuais em relação a julho, e 5,9 pontos percentuais em relação a maio. A taxa de participação na força de trabalho de agosto aumentou em relação a julho (52,1%) chegando a 53,5%. Já o nível de da ocupação subiu de 43,2%, em julho, para 44,0%, em agosto.

    Já o número de pessoas que estavam na força de trabalho e as pessoas não ocupadas que não procuraram trabalho, mas gostariam de trabalhar foi de 2,28 milhões. O número de pessoas não ocupadas que não procuraram trabalho por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade tem mostrado tendência de queda, de 560 mil, em maio, para 446 mil pessoas, em agosto.

    Com a taxa de desocupação de 17,9%, registrada em agosto, o Amazonas é a unidade da federação com a terceira maior taxa de desocupação. As maiores taxas, além do Amazonas, são: Maranhão (18,1%), Bahia (18,1%) e Amapá (17,3%). As menores taxas foram as de Santa Catarina (8,2%), Rondônia (9,0%) e Rio Grande do Sul (9,9%).

    *Com informações da assessoria

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