Serviços


No Amazonas, serviços crescem 2,1% em agosto

Contudo, na comparação com o mesmo mês de 2019, houve queda de 0,6%

Todavia, foi registrada queda na variação acumulada do ano, que é de 1,8% no volume de vendas | Foto: Reprodução

Manaus - O setor de serviços do Amazonas registrou crescimento de 2,1% em agosto, em relação ao mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contudo, na comparação com o mesmo mês de 2019, houve queda de 0,6%.

Também foi registrada queda na variação acumulada do ano, que é de 1,8% no volume de vendas, no período de janeiro a agosto de 2020.

A Pesquisa Mensal dos Serviços (PMS) mostra que, em agosto de 2020, o volume de serviços foi de 2,1%, frente a julho, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor de serviços no Amazonas caiu 0,6%, frente a julho de 2019.

No acumulado do ano, a taxa foi de -1,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador foi positivo, com variação de 0,9%.

A variação percentual, que compara o volume de serviços do mês atual com o mês anterior, de 2,1% obtida em agosto colocou o setor de serviços do Amazonas na posição intermediária (16º) entre as outras unidades da federação.

Os desempenhos negativos foram os de Tocantins, com 5,5%, Roraima, com 3,2% e Mato Grosso, com 2,7%. E os melhores foram os do Amapá, com 7,0%, Acre, com 6,2% e Minas Gerais, com 5,8%.

A variação percentual acumulada no ano, que compara o volume de serviços do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 1,8%, obtida em agosto, colocou o setor de serviços do Estado na terceira posição entre as outras unidades da federação.

Os piores desempenhos foram os de Alagoas, com 19,6%, Bahia, com 18,6% e Piauí, com 17,8%. O único desempenho positivo foi o de Rondônia (3,5%).

Ou seja, apesar da variação negativa dos serviços, o índice do Amazonas no ano é o terceiro do ranking do país, visto que as demais unidades da federação apresentaram índices com maiores perdas.

*Com informações do IBGE

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