Construção civil


No Amazonas, custos da construção sobem 2,73% em outubro

Já a parcela de mão de obra, por metro quadrado, tem se mantido estável e registrou taxa de 0,04%

A elevação dos custos foi influenciada pela parcela de materiais, que cresceu 3,17%, no Amazonas
A elevação dos custos foi influenciada pela parcela de materiais, que cresceu 3,17%, no Amazonas | Foto: Márcio Melo

Manaus - O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado pelo IBGE, registrou a maior alta do ano, subindo 2,73% em outubro, no Amazonas, ficando 1,63 ponto percentual acima da taxa de setembro (1,21%). De janeiro a outubro, o índice acumula aumento de 6,94% e nos últimos 12 meses a alta chega a 7,02%.

A variação positiva de 2,73%, em outubro, foi menor do que a registrada em nível nacional, que somou 1,71%, e foi a maior alta do ano. O custo médio por metro quadrado da construção civil, no Amazonas, aumentou de R$ 1.191,99, no mês de setembro, para R$ 1.224,58, no mês de outubro. No Brasil, este custo foi de R$ 1.229,72, em outubro.

Na comparação

A variação de 2,73% da construção civil do Amazonas, observada em outubro, em relação ao mês anterior, posicionou o Amazonas na quarta posição entre as outras unidades da federação com maior reajuste. Os menores índices foram os dos estados de Amapá, com 0,97%, Maranhão, com 0,82% e Mato Grosso, com 0,74%. E os maiores foram os dos estados do Sergipe, com 3,24%, Bahia, com 2,93% e Pernambuco, com 2,91%.

Custo da mãe de obra estável

A elevação dos custos foi influenciada pela parcela de materiais, que cresceu 3,17%, no Amazonas, e acelerou a alta já registrada em setembro. No Estado, o custo médio do material de construção, por metro quadrado, aumentou de R$ 678,89, em setembro, para R$ 711,59, em outubro.

Já a parcela de mão de obra, por metro quadrado, tem se mantido estável e registrou taxa de 0,04%. O custo médio foi de R$ 512,99, em outubro, mantendo-se igual a setembro (R$ 513,10).

Também na comparação

O custo médio da construção civil no Amazonas, de R$1.224,58, posicionou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação. Os menores custos foram os de Sergipe (R$ 1.086,33), Rio Grande do Norte (R$ 1.096,89) e Pernambuco (R$ 1.113,77). E os maiores, os do Santa Catarina (R$ 1.399,13), Acre (R$ 1.362,1) e Rio de Janeiro (R$ 1.358,99).

*Com informações do IBGE

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