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    Preços e Produtos


    Inflação tem alta de 0,89% em novembro, diz IBGE

    Segundo o IBGE esse é o maior resultado para o mês de novembro desde 2015

    Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior resultado para o mês desde 2015
    Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior resultado para o mês desde 2015 | Foto: Reprodução Internet

    A inflação no mês de novembro ficou em 0,89% tendo a influência da alta nos preços dos alimentos e dos combustíveis. O percentual é mais alto que o registrado em outubro, com 0,86%.

    Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior resultado para o mês desde 2015. O indicador atingiu 1,01%, dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado hoje (8).

    No ano, o IPCA acumula alta de 3,13% e, em 12 meses, de 4,31%, o que significa que é maior do que os 3,92% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2019, o indicador havia ficado em 0,51%.

    Conforme o IBGE, faltando um mês para o fechamento do ano e com o acumulado de 4,31% em 12 meses, a inflação está dentro da meta do governo e próxima ao centro da meta, atualmente estipulada em 4,0%, com margem de 1,5% de tolerância, para mais ou para menos.

    Transportes

    A segunda maior influência no índice de novembro foi o grupo de transportes, que teve alta de 1,33%. Neste caso, segundo a pesquisa, a inflação do grupo foi causada pelo aumento no preço da gasolina (1,64%).

    Os grupos de alimentos e bebidas e transportes representaram cerca de 89% da alta do IPCA de novembro.

    Regiões

    O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC), que são as regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

    A pesquisa indicou ainda que houve elevação de preços em todas as 16 regiões pesquisadas no IPCA. O resultado mais alto foi em Goiânia (1,41%), que sofreu grande impacto da variação positiva das carnes (9,11%) e da energia elétrica (3,69%). O menor foi registrado em Brasília (0,35%), ajudado pela queda nos preços da gasolina (-0,68%).

    *Com informações da Agência Brasil

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