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    No Amazonas, setor de serviços recua 3,8%, após cinco meses de alta

    No mesmo mês, outubro, a variação do volume de serviços do Amazonas foi na contramão da variação no Brasil, que avançou 1,7%

    Contudo, na variação acumulada de 12 meses, há crescimento de 0,9%
    Contudo, na variação acumulada de 12 meses, há crescimento de 0,9% | Foto: Fernando Brazão

    Manaus - Com a desaceleração em outubro, o setor de serviços do Amazonas não avança no acumulado do ano, apresentando taxa negativa (0,7%). Mas na variação acumulada de 12 meses, há crescimento de 0,9%, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    No mesmo mês, a variação do volume de serviços do Amazonas foi na contramão da variação no Brasil, que avançou 1,7% frente a setembro, na série com ajuste sazonal. Foi a quinta taxa positiva seguida no país.

    Nesse sentido, a variação percentual, que compara o volume de serviços do mês atual com o mês anterior, de -3,8%, obtida em outubro, foi a 5ª maior variação negativa entre as demais unidades da federação.

    Os maiores crescimentos no setor de serviços aconteceram na Bahia, com 10,8%, Mato Grosso do Sul, com 4,7%, e Sergipe, com 4,4%. E as principais quedas de desempenho no setor foram observadas em Rondônia, com -8,2%, Mato Grosso, com -8,0%, e Piauí, com -4,4%.

    Já na variação percentual acumulada no ano, que compara o volume de serviços do período atual (janeiro a outubro) com o mesmo período do ano anterior, de -0,7%, inseriu o setor de serviços do Amazonas na segunda posição entre as demais unidades da federação, ou seja, apesar do resultado negativo do Estado, as demais UFs acumularam maiores perdas do que o Estado durante o ano, na comparação com 2019.

    Os melhores desempenhos até outubro foram os de Rondônia, com 1,2%, Amazonas, com -0,7%, e Mato Grosso, com -1,7%, mesmo com os índices negativos. E os piores desempenhos foram os de Alagoas, com -19,0%, Bahia, com -17,2%, e Rio Grande do Norte, com -16,5%.

    *Com informações do IBGE

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