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    Veja como está o andamento para novo auxílio emergencial

    Uma nova fase do auxílio emergencial foi debatida durante o encontro

     

    O auxílio entrará em pauta na Câmara dos Deputados
    O auxílio entrará em pauta na Câmara dos Deputados | Foto: Divulgação


    O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), realizou nesta quinta-feira (4) sua primeira reunião de líderes da Casa para fechar uma agenda de projetos a serem votados pelos deputados na próxima semana. Duas prioridades do governo entraram na pauta, além de medidas relacionadas à vacinação contra a covid-19. Uma nova fase do auxílio emergencial foi debatida durante o encontro, mas a questão só deve avançar após aprovação do Orçamento 2021.

    "Pedimos a autonomia do Banco Central e a lei do superendividamento, dois que estão na lista entregue por Bolsonaro a Lira e ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). De todas as prioridades que lá estão, e são muitas importantes para o Brasil, nós combinamos essas duas para que a gente possa efetivamente votar, na medida em que sabemos que haverá obstrução e temos de vencer", disse o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), ao deixar a reunião. "São as duas que estão prontas para votar, com texto e relatores definidos", acrescentou.

    A Lei do Gás, a Lei Fundiária e licenciamento ambiental foram pautas futuras citadas por Barros. "O auxílio emergencial e ampliação do Bolsa Família serão discutido na CMO (Comissão do Orçamento) que será instalada na semana que vem", disse. "Os recursos precisam ser encontrados no orçamento, respeitando o teto de gastos", afirmou.

    Após fim do auxílio, poupança amarga pior resultado da história

    Após fechar 2020 com o volume recorde de aplicações, a caderneta de poupança amargou saques maiores do que depósitos em R$ 18,15 bilhões no mês de janeiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (4), pelo BC (Banco Central). Trata-se do pior resultado mensal da história da aplicação. 

    A captação líquida do mês passado foi fruto de R$ 245 bilhões depositados e R$ 263 bilhões retirados da aplicação. Até então, o pior desempenho do indicador coletado desde 1995 havia sido registrado em janeiro do ano passado, quando a captação líquida da caderneta ficou negativa em R$ 12,36 bilhões.