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    Comércio


    Em audiência, Aleam discutirá soluções para o comércio no Amazonas

    Estudos preliminares dão conta de que o fechamento do comércio pode culminar na demissão de cerca de 10 mil trabalhadores na capital, além de reduzir a arrecadação do Estado

     

    A iniciativa atende a pedidos da classe dos comerciantes do estado
    A iniciativa atende a pedidos da classe dos comerciantes do estado | Foto: Arquivo EM TEMPO

    Manaus - As consequências do fechamento do comércio, por conta da pandemia do novo coronavírus, e as alternativas para evitar mais prejuízos ao setor serão os temas da Audiência Pública que acontecerá na próxima quarta-feira (10), na Assembleia Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

    A iniciativa atende a pedidos da classe dos comerciantes do estado, com a participação de representantes das entidades representativas e será realizada de forma totalmente virtual, a partir das 14h, pelas redes sociais da Aleam.

    Demissões

    Segundo o presidente da Casa, Roberto Cidade, estudos preliminares dão conta de que o fechamento do comércio pode culminar na demissão de cerca de 10 mil trabalhadores na capital, além de reduzir a arrecadação do Estado.

    “O comércio está fechado desde o último dia 4 de janeiro e muitos empresários já estão trabalhando no limite. É preciso encontrar uma solução para que os comerciantes possam voltar ao trabalho de forma consciente, sem deixar a preocupação com a proliferação do vírus de lado”, afirma o parlamentar.

    Bares e restaurantes

    O Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Amazonas, (Abrasel-AM) Fábio Cunha, afirmou em entrevista que precisa ser criada uma solução para que a economia volte a circular e para que o problema de saúde também seja resolvido no estado.

    "Assim como foi feito, junto as autoridades públicas, com as medidas de cuidados na tentativa passada de prevenção. Foram regras solicitadas pelos órgãos e os empresários do setor assim fizeram", explica o presidente. 

    Para Cunha, as empresas têm um papel de extrema importância para o estado, pois concebem empregos, pagam impostos e geram renda. "Estamos há quase um ano no sacrifício. Em dezembro fomos fechados e, quando estávamos prontos para a recuperação de parte do prejuízo, veio janeiro de 2021. Foi o pior mês da pandemia, pois as contas de empréstimos se juntaram com as dívidas. Em fevereiro, os colaboradores voltaram, mas não temos data para o nosso retorno", disse.

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