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    Crise econômica


    Amazonas cresce e mantém equilíbrio fiscal em meio à crise

    De acordo com resultados apresentados pela Sefaz, o estado teve crescimento de 15% de sua Receita Total em 2020, se comparado ao ano de 2019

     

    De acordo com o relatório apresentado pela Sefaz, a receita executada de 2020 foi de R$ 22,7 bilhões, enquanto que o de 2019 foi de R$ 19, 8 bilhões
    De acordo com o relatório apresentado pela Sefaz, a receita executada de 2020 foi de R$ 22,7 bilhões, enquanto que o de 2019 foi de R$ 19, 8 bilhões | Foto: Divulgação

    Manaus - O estado do Amazonas teve crescimento de 15% de sua Receita Total em 2020, se comparado ao ano de 2019, apesar da crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. Repasses federais; ajustes tributários, sem aumento de carga para o contribuinte; e aperfeiçoamento de sistemas de fiscalização; contribuíram para o resultado, fundamental para fazer frente às despesas necessárias ao combate à pandemia da Covid-19.

    Nesta segunda-feira (15/02), a equipe técnica da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-AM) apresentou o balanço econômico do ano de 2020 na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

    Estiveram presentes o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos da Aleam, deputado Ricardo Nicolau, assim como os membros deputados Serafim Corrêa e Alessandra Campelo. Os outros membros, os deputados Josué Neto e Dermilson Chagas, não compareceram à reunião.

    De acordo com o relatório apresentado pela Sefaz, a receita executada de 2020 foi de R$ 22,7 bilhões, enquanto que o de 2019 foi de R$ 19, 8 bilhões, um incremento de 15% que correspondeu a R$ 2,9 bilhões a mais.

    Também cresceram os repasses legais aos poderes (R$ 184 milhões a mais ou 11%), a distribuição constitucional aos municípios (R$ 201 milhões a mais ou 7%) e a despesa com pessoal (R$ 410 milhões ou 5%).

    Equilíbrio fiscal

    Um dos maiores problemas do governo no início do mandato do governador Wilson Lima, o equilíbrio fiscal foi um desafio intensificado pela necessidade de aumento de gastos com a pandemia do novo coronavírus.

    Ainda assim, com suporte de receitas extraordinárias e do próprio aumento sistemático da receita própria, o estado reduziu os gastos com pessoal para 48,31%, dentro dos parâmetros que preconizam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 49%.

    Além dos deputados e técnicos da Sefaz, participaram também da reunião representantes da Secretaria de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc-AM) e da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM).

    *Com informações da assessoria

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