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    Dólar sobe para R$ 5,31 em novo dia volátil no mercado

    O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (13) vendido a R$ 5,313, com alta de 0,15%

     

    No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.820 pontos, com alta de 0,93%
    No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.820 pontos, com alta de 0,93% | Foto: Divulgação/Reuters

    Brasília - Em um novo dia de volatilidade, o dólar fechou em leve alta, após cair quase 1% durante a manhã. A bolsa de valores recuperou-se no dia seguinte à pior queda desde o início de março e voltou a ficar acima dos 120 mil pontos.

      O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (13) vendido a R$ 5,313, com alta de 0,15%. A divisa alternou altas e baixas durante o dia, chegando a cair para R$ 5,25 por volta das 11h, mas não sustentou o recuo.  

    Subiu para R$ 5,33 na máxima do dia, por volta das 15h, caiu novamente no fim da tarde, mas voltou a valorizar-se nos minutos finais de negociação.

    No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.820 pontos, com alta de 0,93%. O indicador foi influenciado pelo mercado externo, que se recuperou das tensões de ontem, e pela divulgação de balanços trimestrais de empresas.

    Apesar da entrada de divisas por causa da safra de grãos e valorização do preço internacional dos minérios, o mercado financeiro continua pressionado pela divulgação de dados da economia norte-americana.

    O Índice de Preços ao Produtor dos Estados Unidos registrou alta de 0,6% em abril, o dobro do esperado pelos analistas de mercado, segundo números apresentados hoje. Ontem (12), foi divulgado que a inflação ao consumidor somou 0,8% no mês passado, o maior nível para meses de abril em 12 anos nos Estados Unidos.


    A alta da inflação aumenta a expectativa de que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) comece a retirar os estímulos à economia norte-americana concedidos por causa da pandemia de covid-19 antes do previsto, aumentando os juros da maior economia do planeta antes de dezembro de 2022.  

    Taxas mais altas em países desenvolvidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.

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