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    Recuperação


    Arrecadação média dos estados aumentou 22% e mostra leve recuperação

    Crescimento está relacionado à melhora da economia, diz ministro da Economia

     

    Dos R$ 97,5 bilhões de despesas com a pandemia, R$ 42,4 bilhões já foram pagos
    Dos R$ 97,5 bilhões de despesas com a pandemia, R$ 42,4 bilhões já foram pagos | Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

    Brasília - Durante a audiência na Comissão Temporária da Covid-19 do Senado Federal nesta sexta-feira (25), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que as receitas dos estados já estão se recuperando dos efeitos da pandemia, com um aumento médio de 22% nas arrecadações nos primeiros meses de 2021, o que, segundo ele, corrobora com a “melhora generalizada” da economia. 

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    Fomos golpeados [pela pandemia], gastamos muito dinheiro, mas fomos recuperando o controle da situação”, disse Guedes. “Afundamos rápido, mas saímos rápido do abismo e já estamos criando empregos. Na segunda-feira (28) devo anunciar um bom número de criação de empregos "

    , acrescentou o ministro

     

      Guedes destacou que, depois de a pandemia ter provocado necessidade de o país emitir dívidas de curto prazo, já se pode observar emissões com duração de mais longo prazo, na medida em que o país retoma o crescimento.  

    De acordo com o ministro, o impacto previsto com despesas para o enfrentamento da covid-19 em 2021 é R$ 97,5 bilhões. Deste total, R$ 42,4 bilhões já foram pagos.

    “A perspectiva agora, com as vacinas chegando, é de controle da pandemia. Outubro é o mês que todos governadores dizem que terão vacinado toda a população brasileira”, disse ele ao acrescentar que com o controle da pandemia será possível reduzir os gastos com o auxílio emergencial.

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    Quem dirige o auxílio não é a economia nem a política, mas a pandemia. Se ela continuasse fora de controle, teríamos de continuar, mas essa não é a expectativa. Nas palavras do ministro Queiroga [da Saúde], estaremos em ambiente de controle da pandemia, reduzindo substancialmente as mortes com a população adulta toda vacinada. Essa é a ideia que dirigiu o auxílio emergencial até o final de outubro. Então em novembro ou dezembro voltaremos à normalização "

    , ressaltou Guedes.

     


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