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    Luz e combustíveis mais caros terão efeito cascata até as famílias

    Reajustes já anunciados devem refletir em toda cadeia produtiva, desde o custo das empresas até a mesa dos consumidores

    As previsões apontam para o chamado "efeito cascata" | Foto: Reprodução

    A variação de 0,53% da inflação oficial em junho foi menor do que a esperada para o mês, mas ainda não é motivo para comemoração por parte dos consumidores, já que os reajustes das contas de energia elétrica e dos combustíveis voltarão a pesar no bolso neste mês de julho.

    As previsões apontam para o chamado "efeito cascata" a partir dos aumentos já anunciados. A movimentação passa por toda a cadeia produtiva, desde o custo das empresas ao fabricar os bens até a mesa das famílias.

      Já neste mês, as contas de luz seguirão com a bandeira vermelha patamar 2, com o diferencial de que o custo adicional para cada 100 Kw/h (quilowatt-hora) consumidos será de R$ 9,49, valor 52% superior ao cobrado em junho.  

    Na última segunda-feira (5), houve ainda o anuncio da Petrobras de que a gasolina, o diesel e o gás de cozinha ficarão mais caros devido à valorização dos preços do petróleo no mercado internacional. 

    Até o momento, os combustíveis veiculares (+26,7%) aparecem como os principais responsáveis pela inflação em patamares mais elevados no primeiro semestre. A capa de "vilões" do índice oficial de preços surge após altas significativas do etanol (35,7%), do gás veicular (27,3%), da gasolina (25,6%) e do óleo diesel (24,6%) no período.

    *Com informações do R7

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