Fonte: OpenWeather

    Indústria


    Após cair 4,1% em setembro, indústria do AM cresce 0,4%, em outubro

    A produção industrial registrou queda em cinco dos 15 locais investigados pela pesquisa, na passagem de setembro para outubro

     

    Em nível nacional, o desempenho da indústria no ano avança 5,7%.
    Em nível nacional, o desempenho da indústria no ano avança 5,7%. | Foto: Divulgação

    Manaus (AM) - A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) regional, divulgada hoje, 9, pelo IBGE, mostra que, em outubro, na comparação com setembro, a produção industrial do Amazonas voltou a apresentar resultado positivo (0,4%), enquanto a produção nacional caiu 0,6%.

    A produção industrial registrou queda em cinco dos 15 locais investigados pela pesquisa, na passagem de setembro para outubro.

      O resultado positivo da indústria amazonense em outubro de 2021 foi na comparação com o mês anterior (0,4%), mas, na comparação entre outubro de 2021 e outubro de 2020 a produção industrial do Estado sofreu queda (-11,9%), a quarta maior queda entre os Estados pesquisados.  

    Os demais resultados mostram crescimento, tanto no acumulado do ano, período de janeiro a outubro, com alta de 9,4%; e ainda no acumulado dos últimos 12 meses, com alta também de 9,4%.

    Em nível nacional, o desempenho da indústria no ano avança 5,7%, assim como o desempenho dos últimos doze meses, que também alcança 5,7%.

     

    | Foto: Divulgação

     

    | Foto: Divulgação

    Ranking da variação mês/mês anterior

    A alta na produção da indústria amazonense, de 0,4%, em outubro, frente a setembro, foi a sétima maior entre as unidades da federação.

    As maiores quedas foram as de Santa Catarina (-4,7%), Pará (-4,2%) e Minas Gerais (-3,9%). E os maiores crescimentos os de Mato Grosso (4,8%), Ceará (4,1%) e Rio Grande do Sul (2,7%).

     

    | Foto: Divulgação

    Ranking da variação mensal (outubro de 2021/outubro de 2020)

    O desempenho da indústria amazonense (-11,9%), em outubro, em relação ao mesmo mês do ano anterior, colocou o Amazonas com a quarta maior queda entre as unidades da federação pesquisadas.

    As maiores quedas foram as do Pará -(14,2%), Santa Catarina (-12,5%) e São Paulo (-12,3%); e as únicas altas foram as Rio de Janeiro (6,6%) e Espírito Santo (6,1%).

     

    | Foto: Divulgação

    Ranking da variação anual

    A alta no desempenho da indústria amazonense, de 9,4%, no ano (período de janeiro a outubro), na comparação com o mesmo período do ano anterior, foi a 6ª maior entre as unidades da federação.

    As maiores quedas na variação acumulada do ano foram as da Bahia (-13,1%), Mato Grosso (-5,2%) e Goiás (-4,7%); e as maiores altas, as de Santa Catarina (13,8%), Minas Gerais (12,0%) e Paraná (11,2%).

     

    | Foto: Divulgação

    Desempenho por atividades – variação acumulada no ano

    No Amazonas, as indústrias extrativas tiveram queda de 1,6% no acumulado do ano (período de janeiro a outubro), enquanto as indústrias de transformação tiveram alta de 10,0%, no mesmo período.

    No acumulado do ano, somente três dentre as onze atividades da indústria local tiveram resultado positivo. São elas: Outros equipamentos de transportes (14,2%) (motocicletas e suas peças); Fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (5,9%) (gás natural), e Fabricação de produtos de borracha (4,7%).

    No ano de 2021, no Amazonas, os resultados negativos são os das seguintes atividades industriais: Fabricação de equipamentos de informática e eletrônicos (-29,2%) (celular, computador e máquinas digitais); Fabricação de máquinas e equipamento (-18,8%) (artefato de aço e tampas e cápsulas); Fabricação de bebidas (-14,3%); Indústria da transformação (-12,2%); Impressão e reprodução de gravações (-11,9%) (DVDs e discos); Fabricação de produtos de metal (-9,5%) (lâminas, aparelhos de barbear, estruturas de ferro); Fabricação de máquinas e equipamentos e materiais elétricos (-7,9%) (conversores, alarmes, condutores e baterias) e Indústria extrativa (-3,2%) (óleo bruto de petróleo).

     

    | Foto: Divulgação

    Leia mais:

    CNI: sete em cada 10 indústrias têm dificuldades para comprar insumo

    Em novembro, 609 novas empresas foram registradas no Amazonas

    Venda de carros 0 KM continua em queda mesmo após crise da pandemia