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    Economia


    Terminal Pesqueiro será inaugurado em dois meses

    Quando inaugurado, o terminal terá capacidade para armazenar 200 toneladas de pescado – foto: Mário Oliveira/Semcom

    Até a Semana Santa, o terminal pesqueiro da capital amazonense, localizado no bairro Colônia Oliveira Machado, vai estar em pleno funcionamento.

    As negociações para a inauguração do local, que será a ‘porta de entrada’ do pescado na capital amazonense, serão retomadas pela Prefeitura junto aos órgãos responsáveis pelo funcionamento do terminal.

    A garantia de funcionamento foi dada pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, que após reunião com a Federação da Pesca do Estado do Amazonas (Fepesca), anunciou que o terminal será inaugurado até o final do primeiro trimestre deste ano.

    Virgílio Neto destacou, ainda, que, assim como o terminal, a situação das balsas onde os barcos atracam para o desembarque do pescado também será solucionada.

    Após visitar o complexo, o prefeito solicitou um parecer da Procuradoria Geral do Município (PGM) sobre os empecilhos que dificultavam a inauguração do espaço.

    Foi constatado que o funcionamento do terminal depende de um entendimento entre a administração municipal, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) — órgão detentor dos direitos sobre o local —, o Ministério da Pesca e Aquicultura e a Secretaria do Patrimônio da Reunião (SPU).

    O presidente da Fepesca, Walzenir Falcão, disse que a categoria procurou o prefeito para expor os problemas em relação ao desembarque e atracação das embarcações, que, atualmente, são feitos de forma precária.

    O dirigente frisou que, dentro de três dias, se reunirá com o representantes da Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Sempab) e serão tratadas as questões relacionadas ao repasse financeiro do Dnit, para que o terminal inicie as operações.

    O Terminal Pesqueiro de Manaus foi concluído há mais de dois anos, mas nunca entrou em atividade. A obra, que custou R$ 20 milhões, chegou a ser embargada pela Justiça por falta de definição sobre a posse do terreno.