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    SEXO


    Um em cada cinco jovens fará sexo com um robô em 2045, dizem estudos

    Robôs idênticos a seu ídolo favorito ou ao seu ex-amor fazem você sentir as carícias de uma forma 100% remota

     

    Existirá a possibilidade de acariciar nosso par mesmo que esteja a centenas de quilômetros de distância
    Existirá a possibilidade de acariciar nosso par mesmo que esteja a centenas de quilômetros de distância | Foto: Reprodução

    MANAUS (AM) - Em 2045, um em cada cinco jovens vai fazer sexo com um robô de forma habitual, dizem estudos. O sexo de amanhã será cada vez mais tecnológico, mas não só porque se popularizarão os bonecos com formato humanoide equipados com Inteligência Artificial e sistemas operacionais sofisticados. Entenda mais na matéria do EM TEMPO!

    De acordo com o cientista Dr. Ian Pearson, os sexos vão ainda mais longe. Serão mais frequentes as relações sexuais entre humano e androide (ou ginoide, quando tem a aparência de mulher) do que entre pessoas.

    Acariciar parceiro à distância

    Existirá a possibilidade de acariciar nosso par mesmo que esteja a centenas de quilômetros de distância, imprimir em 3D uma réplica exata dos órgãos genitais de outro ser humano e depois coordenar seus movimentos com um aplicativo móvel ou utilizar tecnologia que nos faz sentir em nosso próprio corpo o orgasmo de várias pessoas simultaneamente.

    “Estamos prestes a testemunhar o crescimento dos digisexuais: pessoas que fazem sexo quase exclusivamente com máquinas”, diz Neil McArthur, professor universitário canadense com livros dedicados ao assunto, para o EL PAÍS.

     

    O sextech, a união entre tecnologia e sexo
    O sextech, a união entre tecnologia e sexo | Foto: Divulgação

    Mas, afinal, o que é sextech?

    O sextech, a união entre tecnologia e sexo, nos permitirá em apenas uma ou duas décadas explorar universos íntimos ainda difíceis de imaginar. Se a década de 70 do século XX trouxe uma nova sexualidade e desafiou tabus arraigados, uma revolução muito maior vai acontecer.

    Pandemia acelerou este mercado

     

    A pandemia fez estourar a virtualidade
    A pandemia fez estourar a virtualidade | Foto: Reprodução

    Para a psicóloga  e especialista em sexualidade humana, Lara Silva, durante a pandemia do novo coronavírus, o setor de sexo cresceu de forma acelerada. “A pandemia fez estourar a virtualidade, e consequentemente o sexo virtual tornou-se a única forma possível de se relacionar. As pessoas descobriram que pode haver prazer nisto”.

    Por que essa indústria cresce tanto?

     

    Os usuários do Tinder fizeram cerca de 3 bilhões de matches
    Os usuários do Tinder fizeram cerca de 3 bilhões de matches | Foto: Reprodução

    Com a mudança de comportamento da sociedade, o sextech chamou a atenção de investidores.  Além disso, os aplicativos de relacionamento, como o tinder, abriram a porta para este mercado.

    E falando sobre apps de relacionamento, no primeiro mês da pandemia (março de 2020), em apenas um único dia (29 de março de 2020), os usuários do Tinder fizeram cerca de 3 bilhões de matches em todo o mundo. No Bumble, as videochamadas entre os usuários cresceram 38% de 13 de março a 1 de maio. Estima-se que até 2024, o mercado de apps de relacionamento ultrapasse US$ 8,4 bilhões, segundo a researchandmarkets.com. 

    Quando o assunto é sextoy (ou, brinquedo sexual), deve movimentar cerca de US$ 52,7 bilhões até 2026, segundo a researchandmarkets.com. 

    Já o mercado de disfunção erétil deve ultrapassar os US $ 4,7 bilhões entre 2021 e 2026. Mas de forma geral, o mercado de bem-estar sexual (que falamos no tópico acima) deve ultrapassar US$ 40 bilhões em 2025. 

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