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    Prazer


    Sex shops voltados a evangélicos crescem pelo Brasil

    Durante a pandemia, o número de empreendedores atuando no ramo erótico cresceu cerca de 300%

     

    Segundo os idealizadores, o objetivo é mostrar que, mesmo quando se segue um estilo de vida cristão, não é necessário abandonar os prazeres que o sexo envolve
    Segundo os idealizadores, o objetivo é mostrar que, mesmo quando se segue um estilo de vida cristão, não é necessário abandonar os prazeres que o sexo envolve | Foto: Reprodução

    À margem da crise econômica que assombra diferentes setores do comércio, o mercado erótico observou um aumento expressivo de faturamento durante a pandemia. Ao longo desse período, cresceu 300% o número de empresários que passaram a atuar no ramo. Desde então, diferentes tipos de sex shop foram inaugurados, inclusive uma loja voltada especificamente à comunidade evangélica.

    Segundo os idealizadores, o objetivo é mostrar que, mesmo quando se segue um estilo de vida cristão, não é necessário abandonar os prazeres que o sexo envolve, desde que a relação sexual seja entre marido e mulher. Dessa forma, esse novo grupo quer mostrar que o sexo no casamento é normal e pode ser visto positivamente, longe dos pensamentos mais conservadores.

      Em algumas das lojas que investem para à comunidade evangélica, no Rio de Janeiro, os produtos eróticos trazem cores pouco chamativas e recebem nomes discretos. O intuito é não assustar o público com uma explicitude indesejada.  

    Também na capital carioca, um dos principais fatores é a discrição. Não à toa, os produtos adquiridos são enviados em caixas de remédio e sacos de padaria.

    Já no Mato Grosso do Sul, a Béli Boutique, também voltada ao público religioso, teve que enfrentar certo preconceito em sua inauguração. Hoje, porém, a visita de cristãos (principalmente mulheres) é comum.

    O novo nicho de sex shops busca satisfazer os desejos e necessidades de uma parte da sociedade que, ainda que mais tradicional, parece cada vez mais aceitar que sexo não precisa ser visto como pecado. Ao que tudo indica, o mercado ainda tem bastante espaço para crescer pelo Brasil.

    *Com informações do VEJA

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