Parataekwondo


Diretor diz que Parataekwondo brasileiro briga por medalhas em Tóquio

Diretor-técnico Rodrigo Ferla, na equipe desde 2017, diz que Parataekwondo brasileiro briga por medalhas em Tóquio

São três atletas brasileiros no parataekwondo em Tóquio ano que vem.
São três atletas brasileiros no parataekwondo em Tóquio ano que vem. | Foto: Daniel Zappe/ CPB

Três das 22 modalidades vão estrear em 2021 nos Jogos Olímpicos: parabadminton, tiro esportivo e parataekwondo. Essa última é coordenada no Brasil pelo Rodrigo Ferla, que em 2017 assumiu a recém-criada diretoria-técnica do parataekwondo dentro da Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd) e afirma que o brasil briga por medalhas em Tóquio.

Mesmo audaciosas, as metas não foram só atingidas. Foram superadas. São três atletas brasileiros no parataekwondo em Tóquio ano que vem. No torneio classificatório de março, na Costa Rica, Silvana Mayara Fernandes (categoria até 58 quilos) e Nathan Torquato (até 61 kg) conquistaram a medalha de ouro e asseguraram as vagas olímpicas. 

Nathan Torquato e Silvana Mayara Fernandes estão classificados para representar o Brasil na Paralímpiada de Tóquio, em 2021
Nathan Torquato e Silvana Mayara Fernandes estão classificados para representar o Brasil na Paralímpiada de Tóquio, em 2021 | Foto: Ale Cabral/ CPB

Eles se juntaram à Débora Menezes (acima de 58 kg), já classificada após ficar em segundo lugar no ranking mundial, no fim de janeiro. A expectativa de Rodrigo Ferla é a melhor possível. "Não é nenhuma demagogia. Pelos resultados e pelo rendimento, todos têm chances reais de chegar ao pódio”, projeta confiante.

E ainda detalhou as características individuais dos lutadores “A Débora, por exemplo, é a atual campeã mundial e número dois do ranking. O Nathan, nos últimos dois anos, só perdeu para um atleta da Mongólia e para outro da Turquia. A Silvana é a mais nova, mas teve uma luta em um Open da Europa, contra a líder do ranking mundial. Foi um combate bem parelho, ela estava ganhando até o terceiro round e só perdeu por falta de experiência. Eles vão brigar por medalhas em Tóquio”, concluiu.