Natação


Nadadores do Brasil participam de 1ª competição pós início de pandemia

Brasileiros fazem parte da Missão Europa, criada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB)

Brasileiros fazem parte da Missão Europa
Brasileiros fazem parte da Missão Europa | Foto: Alexandre Castello Branco/COB

Mundo - O Brasil está sendo representado por 14 atletas que disputam o Open de Natação de Loulé, em Portugal, que começou nesta sexta-feira (14) e vai até domingo (16). Esta é a primeira competição entre seleções da modalidade desde a interrupção dos eventos internacionais por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Os nadadores brasileiros que participam da competição fazem parte da Missão Europa, criada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), que levou atletas com potencial olímpico para treinos em Portugal - onde a Covid-19 está mais controlada. A delegação estava concentrada na cidade de Rio Maior, a 257 quilômetros de Loulé. 

Para Alberto Pinto, treinador-chefe da seleção, a iniciativa de entrar na competição serve para avaliar o condicionamento dos atletas diante das mudanças geradas pela pandemia. 

“Quando o COB e a CBDA [Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos] sugeriram a viagem, a ideia era termos tranquilidade para os treinos. Paralelo a isso, recebemos o convite da federação portuguesa. Os atletas estavam em uma condição física boa, de certa maneira, pelo que conseguiram fazer em suas casas. Claro, ainda longe do ideal. Mas, mentalmente, a gente achou importante sugerir a participação (...) A competição serve para avaliar como eles estão”, disse.

O torneio reúne 78 atletas de cinco nacionalidades. Além das seleções de Brasil e Portugal - que somam 23 nadadores-, participam também delegações da Espanha (32), Andorra (2) e de outros clubes lusitanos, como o Porto, Sporting, Benfica, Alges, Braga e Gafanha da Encarnação. Segundo a CBDA, os nadadores  brasileiros e a comissão técnica foram submetidos a testes de Covid-19 e tiveram resultado negativo.

Ainda segundo Alberto Pinto, a possibilidade de voltar a competir com atletas de outras nacionalidades empolgou os nadadores brasileiros.

“Vimos a felicidade dos atletas de poderem nadar contra outros atletas, que recomeçaram os treinos um, dois meses antes do Brasil, entendendo que será uma avaliação bacana”, comentou. 

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