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    Timão é cobrado pela justiça


    Justiça bloqueia mais de R$ 200 mil do Corinthians

    O valor cobrado pela Procuradoria Federal da Fazenda é bem maior, R$ 5,9 milhões. Porém, o montante não foi encontrado em 14 contas do Timão em diferentes instituições financeiras.

    O clube pode recorrer da decisão da Justiça
    O clube pode recorrer da decisão da Justiça | Foto: Diego Ribeiro

    A Justiça bloqueou R$ 249,9 mil do Corinthians em três contas diferentes. A ação é referente a contribuições previdenciárias não pagas entre 2000 a 2005. A União não aceitou a sede como garantia. 

    Em Certidão de Dívida Ativa, consta R$ 1,5 milhão como valor inicial do débito do Timão, referente ao período de novembro de 2000 a outubro de 2005. Só de juros são cobrados mais de R$ 3 milhões. Não há detalhamento sobre a origem dessas dívidas previdenciárias.

    Tal valor não entrou no Profut, programa que entrou em vigor em 2015 e permite aos clubes parcelarem suas dívidas em até 20 anos com descontos de multas e juros. Isso porque o clube entende que há jurisprudência para eliminar tal débito e, desta forma, está movendo uma ação anulatória.

    A oferta do Parque São Jorge foi uma alternativa encontrada pelo Timão para discutir o valor da ação. Quando foi citado, o clube tinha a opção de quitar a dívida no ato ou então oferecer uma garantia para questionar judicialmente o montante cobrado.

    A proposta foi recusada pois a matrícula do imóvel estava desatualizada, porque já constam penhoras sobre este bem e também pelo fato de a Lei 6.830/80 priorizar dinheiro em detrimento de imóveis como garantia em execuções fiscais.

    Nesta semana, o Corinthians já havia tido R$ 350 mil bloqueados por conta de ação movida pela Prefeitura de São Paulo, relacionada a contrapartidas pela construção da Neo Química Arena.

    O Clube se manifestou sobre o assunto por meio da seguinte nota:

    "Sobre a referida execução fiscal, o Sport Club Corinthians Paulista informa que ainda discute a matéria em ação anulatória, por entender que a dívida referente a período entre 2000 e 2005, não é devida, de acordo com jurisprudência estabelecida. Em paralelo, o clube recorrerá da decisão que levou à presente execução fiscal, pedindo sua suspensão". 

    *Com informações do Globo Esporte

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