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    Após Tóquio, Bernardinho será técnico da seleção francesa de vôlei

    Bernardinho possui seis medalhas olímpicas na seleção brasileira, incluindo os ouros de Atenas- 2004, na Grécia, e no Rio-2016, no Brasil

     

    O treinador brasileiro assumirá ao final da Olimpíada de Tóquio, em julho e agosto deste ano, substituindo Laurent Tillie
    O treinador brasileiro assumirá ao final da Olimpíada de Tóquio, em julho e agosto deste ano, substituindo Laurent Tillie | Foto: Reprodução

    Foi confirmado nesta segunda-feira (12) pela Federação Francesa de Voleibol (FFVolley), que Bernardo Rezende, o Bernardinho, assumirá o comando da seleção masculina da França após os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

    "Ficamos muito felizes que Bernardinho aceitou nossa proposta. A sua enorme história é a prova do nosso desejo de ver a equipe francesa continuar a evoluir ao mais alto nível e ambicionar pódios", disse Eric Tanguy, presidente da FFVolley em um comunicado oficial.

    O treinador brasileiro assumirá ao final da Olimpíada de Tóquio, em julho e agosto deste ano, substituindo Laurent Tillie. Seu primeiro compromisso será o Campeonato Europeu, de 1.º a 19 de setembro, em quatro países: Polônia, República Checa, Estônia e Finlândia.

    Bernardinho destacou o bom trabalho de Tillie, demonstrou estar honrados com a candidatura e fala de sacrifícios pessoais. 

    É um verdadeiro desafio que nos espera. Esta equipe tem potencial e gostaria de destacar o trabalho admirável que Laurent Tillie tem feito com os seus jogadores ao longo dos últimos nove anos. Quero continuar este trabalho, ultrapassar os limites e as capacidades de cada um, continuar a fazê-los crescer como atletas e como seres humanos. É uma etapa necessária. Mas, por enquanto, só pode haver um objetivo: as Olimpíadas de Tóquio. Então, vou deixar Laurent, sua equipe e seus jogadores trabalharem para ter o melhor desempenho em Tóquio. Eles têm a capacidade e o talento

     

    Bernardinho possui seis medalhas olímpicas na seleção brasileira, incluindo os ouros de Atenas- 2004, na Grécia, e no Rio-2016, no Brasil.

    R7*

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