Fonte: OpenWeather

    Olimpíadas


    Tóquio: André Jardine avalia grupo da Seleção Masculina de Futebol

    Ele não espera que o Brasil tenha vida fácil no torneio olímpico

     

    A relação para as Olimpíadas deve ter 18 jogadores, com apenas três deles nascidos antes de 1997
    A relação para as Olimpíadas deve ter 18 jogadores, com apenas três deles nascidos antes de 1997 | Foto: Lucas Figueiredo/CBF

    O Brasil entrou no Grupo D nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 e vai encarar a Alemanha, Costa do Marfim e Arábia Saudita. O técnico da Seleção Masculina, André Jardine, projetou a participação da equipe na competição. Em entrevista coletiva, o treinador pregou respeito aos três adversários sorteados.

      “É uma competição muito difícil, com caráter de Copa do Mundo, que requer um respeito muito grande por cada adversário. O exemplo das últimas Olimpíadas é importante. O Brasil foi campeão, mas na primeira fase teve muitas dificuldades e nem sempre contra camisas consideradas pesadas. É uma chave difícil, como as outras também são. É muito difícil conjecturar qual Seleção é mais forte, a competição é que vai acabar dizendo. A possibilidade de levar jogadores acima da idade torna ainda mais difícil da gente decifrar quem serão os principais adversários. O que nos remete a pensar jogo a jogo e ter uma preparação perfeita, com um estudo profundo de cada adversário. Temos que respeitar todo mundo e fazer de todo jogo uma final”  

    Ele não espera que o Brasil tenha vida fácil no torneio olímpico. Mas Jardine sabe que, em um campeonato com esse nível de competitividade, não há outra opção senão encarar todo jogo como uma decisão, independente do adversário.

    A relação para as Olimpíadas deve ter 18 jogadores, com apenas três deles nascidos antes de 1997. Com 68 atletas observados em todo seu trabalho como técnico da Seleção Olímpica, o treinador mantém as portas abertas até mesmo para jogadores que nunca estiveram com o time, principalmente diante da possibilidade de levar três "veteranos" com o grupo que vai para Tóquio.

      "É um quebra-cabeça que a gente há bastante tempo vem tentando montar. Com certeza, até o último dia estaremos exercitando raciocínios, montando de uma maneira ou de outra, até encontrar um elenco de 18 atletas, imaginando muitos cenários durante a competição. Não pode faltar jogador para nenhuma posição. Queremos montar esse quebra-cabeça. Os jogadores acima da idade entram muito em cima dessa avaliação que temos para ter, em algumas posições chave, uma minutagem maior, um nível de experiência maior. E se possível, em alguma posição, um jogador que possa vir e fazer a diferença, agregar com uma coisa a mais para a equipe, que é uma equipe que tem sua identidade, seu jeito de jogar, mas que não pode se fechar ao acréscimo de jogadores de qualidade"  

    Durante a entrevista coletiva, o treinador valorizou a paixão com a qual muitos desses jogadores encaram a chance de defender a Seleção Brasileira e valorizou esta característica.

    *Com informações da CBF

    Leia mais:

    Policial que ajudou no revezamento de tocha é infectado por Covid-19

    Treinadora da Seleção Feminina avalia adversárias nos Jogos de Tóquio