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    Superação e talento


    Tirada de torneio por “parecer menino”, jogadora supera e vira craque

    A menina superou o preconceito e hoje é uma das melhores jogadoras de Nebraska (EUA)

     

    A menina foi impedida, junto com o time, de participar do torneio
    A menina foi impedida, junto com o time, de participar do torneio | Foto: Omaha

    Preconceito também existe no esporte e infelizmente, pessoas sofrem com a situação por conta de cor, raça, opção sexual ou por simplesmente ter um corte de cabelo diferente.

    Este foi o caso da pequena Mili Hernandez que foi impedida de participar da final de um torneio de futebol por ser acusada de "parecer com um menino" por usar um corte de cabelo mais curto, quando tinha apenas oito anos de idade. 

    O treinador do time recebeu a notícia de que elas haviam sido desclassificadas da partida de futebol, momentos antes do seu time estar prestes a competir no torneio Springfield Soccer Club 2017.

    Na época, as companheiras do time se solidarizaram e cortaram os cabelos como parte de um protesto pela discriminação sofrida por Mili.

     

    As meninas do time também cortaram o cabelo em protesto
    As meninas do time também cortaram o cabelo em protesto | Foto: Omaha

    “Só porque pareço um menino, não significa que sou um. Eles não têm um motivo para expulsar todo o time”

     

    Mesmo depois desse episódio infeliz, a jovem jogadora de futebol se recusou a desanimar com a discriminação e, agora, aos 12 anos, Mili é uma das melhores jogadoras de Nebraska (EUA), estado onde nasceu. Hoje, ela participa do Programa de Desenvolvimento Olímpico (ODP) de Nebraska, um ambiente de futebol.

    *Com informações do Good News

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