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    Sentenciado a morte


    Jogador é sentenciado a morte por tráfico de drogas no Vietnã

    O nigeriano aceitou a proposta junto do pagamento de 1 mil dólares, mas foi pego pela polícia no caminho

     

    O jogador foi acusado de “tráfico ilegal de substâncias entorpecentes”
    O jogador foi acusado de “tráfico ilegal de substâncias entorpecentes” | Foto: Reprodução

    Em países como o Vietnã, as penas para tráfico de drogas e outros crimes são mais severas. A maioria delas são aplicadas com pena de morte. 

    O jogador nigeriano, Theophilus Ugwu, de 23 anos  foi condenado à morte na última terça-feira (25), por contrabandear quase seis quilos de metanfetamina de Camboja para o Vietnã.

    O caso aconteceu em março de 2020. A polícia encontrou o atleta com 12 saquinhos de metanfetamina, pesando um total de 5,92 quilos. Ugwu afirmou ter conhecido um africano que prometeu a ele um lugar em um clube cambojano e o contratou para fazer a entrega de uma sacola de Phnom Penh para Ho Chi Minh, no Vietnã.

    O nigeriano aceitou a proposta junto do pagamento de 1 mil dólares, mas foi pego pela polícia no caminho.

    A justiça do Vietnã prevê que a produção ou venda de 100 gramas de heroína ou 300 gramas de qualquer outra substância ilegal pode ser punível com morte.

    O jogador foi acusado de “tráfico ilegal de substâncias entorpecentes” e alegou não ter conhecimento sobre o conteúdo das sacolas.

    Condenado a morte

    Em janeiro deste ano, o atleta de luta olímpica, Mehdi Ali Hosseini, matou um homem em 2015, após uma briga. O lutador foi condenado pela justiça iraniana e teve a pena de morte por enforcamento, decretada.

    Mehdi Ali Hosseini, de 29 anos, aguarda o cumprimento da sentença. Familiares de Mehdi afirmaram que a execução é iminente. De acordo com o jornal espanhol Marca, a família da vítima não concordou com o perdão, que foi solicitado, entre outros, pelo campeão olímpico greco-romano em Londres 2012, Hamid Surian, atual vice-presidente da Federação Iraniana de Luta Livre. 

    O lutador condenado à morte continuou praticando seu esporte depois de ser preso, chegando a vencer o campeonato nacional para presidiários. O COI solicitou, sem sucesso, ao Líder Supremo Iraniano clemência para o atleta. 

    Ao lado da China, o Irã é o país que mais recorre à pena capital, de acordo com a anistia internacional, o Irã executou 260 pessoas, em 2019.

    *Metrópoles

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