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    Destino


    STF marca sessão de emergência para discutir sobre a Copa América

    Em regime de urgência, sessão extraordinária deve acontecer no STF no dia 10 de junho, com relatoria da ministra Cármen Lúcia

     

    Dia 10 de junho será o dia do STF decidir se o Brasil sedia ou não a competição.
    Dia 10 de junho será o dia do STF decidir se o Brasil sedia ou não a competição. | Foto: Divulgação

    Uma audiência extraordinária foi marcada para a próxima quinta-feira (10), no Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de decidir a realização ou não da Copa América no Brasil.

    O pedido faz parte de um processo impetrado pelo deputado federal Júlio César Delgado e o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que conta como relatora a ministra Cármen Lúcia, responsável pela solicitação de autoria da sessão, com regime de urgência, considerando que a competição está marcada para o dia 13 de junho.

    Com o pedido aceito pela presidência do Supremo, os ministros terão 24h. para decidir a viabilidade da competição no país, considerando o cenário de pandemia.

    Durante a sessão, os advogados do PSB e da Advocacia Geral da União deverão fazer sustentações orais. Em seguida, os ministros apresentarão seus votos.

    Contrassenso

    Um dos argumentos será de que trata –se de um ‘contrassenso’ sediar um evento de tal magnitude no Brasil, considerando as atuais circunstâncias em que o país enfrenta o novo coronavírus.  

    Para o deputado Júlio Delgado "o país enfrenta falta de vacina, insuficiência de leitos, órgãos estatais trabalhando com eficiência reduzida, bem como a necessidade de destinar recursos para o enfrentamento da crise", o que complica o cenário da competição.

    Escolha

    Após um pedido da Conmebol, o Brasil acabou virando sede da Copa América, com a impossibilidade da Colômbia e Argentina sediarem o torneio. No primeiro, a onda de protestos no país e no segundo, o cenário pandêmico.

    Cartão Verde

    Por outro lado, a CBF só deu resposta positiva para a Conmebol, após obter um ‘cartão verde’ do Governo Federal, depois que o presidente da Confederação, Rogério Caboclo, recebeu permissão, no último dia 31, do presidente Jair Bolsonaro, para  sediar o torneio no país.

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