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    Final da Copa América


    Rio de Janeiro libera 10% de público para final da Copa América

    O evento poderá receber até 6,5 mil pessoas no Maracanã

     

    10% da capacidade do Maracanã será permitida
    10% da capacidade do Maracanã será permitida | Foto: Reprodução

    Com polêmicas e dificuldades, a Copa América chega ao fim neste sábado. A grande discussão girava em torno da presença ou não de público na final disputada entre Argentina e Brasil, no Maracanã. 

    Nesta sexta-feira (10), a Prefeitura do Rio de Janeiro publicou em Diário Oficial resolução na qual permite que o duelo decisivo, neste sábado (11), às 21h, tenha presença limitada a 10% da capacidade do Maracanã.

      A final está marcada para as 21h de sábado (10) e, com o decreto, terá capacidade de receber até 6,5 mil pessoas, se houver distribuição dos setores, algo que não ocorreu na final da Libertadores, em janeiro último, entre Santos e Palmeiras.  


    "Nós tivemos a final da Copa Libertadores (em janeiro), e liberamos lá que tivesse 10% da capacidade. Eles (Conmebol) concentraram cinco mil convidados num mesmo setor do Maracanã, o que acabou sendo um problema. A mudança agora é: 10% em cada setor do estádio. Ou seja, você tem um espaçamento grande entre as pessoas", disse o prefeito Eduardo Paes (PSD), no início da manhã desta sexta-feira, segundo informou a agência Estado.

    Rivalidade

    Argentina não conquista uma competição desde 1993, um troféu buscado por quase 30 anos. De lá para cá, os argentinos não conquistam um título sequer e se estende à Copa América, Copa do Mundo e Copa das Confederações. Não foi por falta de tentativas. No período entre 1993 e 2001, a Argentina chegou em oito finais, entre Copa América, Copa das Confederações e uma Copa do Mundo.

    Marquinhos falou sobre a maior rivalidade entre os times. Em entrevista coletiva, o zagueiro da Seleção Brasileira tentou explicar um pouco da história do maior clássico do futebol mundial.

    "Brasil e Argentina vai muito além de um simples jogo de futebol. Pela história que tem, por todos os jogadores que passaram, como Pelé, Zico, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho, do outro lado, Maradona, Messi, têm camisas que pesam e representam o futebol. Não só o Sul-Americano, mas mundial", disse. 

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